Sábado, 18 de Maio de 2024

‘Golpe da mão fantasma’: Saiba como se proteger da fraude que já fez mais de 40 mil vítimas no Brasil

2022-08-23 às 15:37

Um novo golpe que está ocorrendo exclusivamente com celulares, o ‘golpe da mão fantasma’ já fez mais de 40 mil vítimas no país. Segundo a Polícia Federal, os golpistas oferecem uma falsa atualização para o celular da vítima. Desta forma, os criminosos conseguem acesso ao aparelho em tempo real e podem realizar transferências bancárias por aplicativos de banco, por exemplo.

Outra forma de contato com a vítima é por meio de avisos por mensagem de texto ou e-mail, com links para baixar um aplicativo ou atualização que, supostamente, garantem uma suposta segurança à vítima. Porém, ao clicar no endereço eletrônico, a pessoa instala no próprio celular um aplicativo que dá ao criminoso o controle do aparelho em tempo real, possibilitando o acesso a contas bancárias, transferências e solicitações de empréstimos.

Veja as dicas de como se proteger:

– Os bancos nunca entram em contato solicitando a instalação de aplicativos ou enviam links para seus clientes sem que eles tenham pedido. Na dúvida, entre você mesmo em contato com seu banco pelo número de telefone que fica atrás do seu cartão ou compareça a sua agência para obter esclarecimentos.

– Nunca instale aplicativos desconhecidos ou recebidos por mensagens instantâneas, SMS, WhatsApp ou por e-mails.

– Evitar baixar aplicativos bancários fora da loja oficial do sistema operacional do seu celular. Os aplicativos oficiais dos bancos já são, por si só, bastante seguros.

– O usuário poderá ver no próprio aplicativo, caso uma transação não tenha sido aprovada. Se não constar nada, é um sinal de que isso pode ser um golpe.

– Sempre utilize a autenticação de dois fatores para autorização de transações. Desenvolva o hábito de alterar suas senhas regularmente criando senhas fortes e as armazene em segurança num gerenciador de confiança.

– E se já tiver sido vítima do golpe da “Mão Fantasma” ou de qualquer outra fraude financeira, procure uma delegacia, se possível, especializada em crimes digitais, e registre um boletim de ocorrência.

Com informações UOL