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Brasil

Serial killer do DF: Entenda a megaoperação policial que entra no 9º dia de 'caçada'

há 5 anos

Redação

Serial killer do DF: Entenda a megaoperação policial que entra no 9º dia de 'caçada'
Lázaro Barbosa de Sousa é procurado por uma série de crimes em Goiás e no Distrito Federal
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Cerca de 300 agentes das forças de segurança das policias militar, civil e federal de Goiás e do Distrito Federal continuam no encalço do serial killer Lázaro Barbosa de Sousa, de 32 anos, descrito pelas autoridades como um psicopata. Os policiais contam com três helicópteros, cães farejadores e equipes munidas de equipamentos de visão noturna e térmica, além de drones e profissionais de inteligência. As buscas por Lázaro, que teria assassinado uma família inteira no Distrito Federal na semana passada, estão no seu nono dia. Um perímetro foi estabelecido em Cocalzinho de Goiás, que fica na divisa com o DF, onde as operações se concentram.

"Estamos cada vez mais apertando o perímetro. Não estamos deixando a ansiedade tomar conta da gente. Temos um roteiro e objetivos claros: não deixar ele fazer mais vítimas. Vamos contê-lo em um perímetro determinado, apertar o cerco e proteger os policiais", disse o secretário de segurança de Goiás Rodney Miranda, em coletiva na noite desta quarta-feira. De acordo com Miranda, as forças de segurança acreditam terem conseguido cercar Lázaro em uma área de cerca de 10 a 15 quilômetros quadrados. As dificuldades quanto as buscas estariam por se tratar de uma região de mata e com relevo acidentado, com muitas grotas. Segundo informações da polícia, na quarta-feira, moradores teriam feito contato visual com o assassino, justamente dentro da área que as forças de segurança imaginavam que ele estaria.

Como a Lázaro passa os seus dias em fuga pelo mato, é nessas áreas que as operações da força-tarefa têm se concentrado. De acordo com as informações divulgadas pelas forças de segurança, o assassino tem o costume levar suas vítimas para beira de rios e córregos. Na terça-feira, ele quase teria matado uma família, feita refém nas proximidades de um riacho:

"Ele leva para a beira do rio, vocês já sabem disso, manda tirar a roupa e alguns ele acaba matando. Acho que esse seria o destino dessa família até porque ele percebeu que a menina pediu socorro", afirmou Miranda.

Leia a matéria completa do IG

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