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Hábito de roer unhas quase leva jovem à amputação de dedo

há 11 horas

Giovanni Cardoso

Hábito de roer unhas quase leva jovem à amputação de dedo
Foto: Reprodução

Uma rotina considerada comum por muitos, como roer unhas, quase resultou na perda de um dedo para a americana Gabby Swierzewski, de 21 anos, moradora de Clover. O caso começou com uma unha encravada e evoluiu rapidamente para uma infecção grave.

Gabby conta que roía as unhas desde os 8 anos e que até então as consequências eram limitadas a pequenas dores e incômodos. No entanto, em 6 de fevereiro, a situação se agravou: “Inicialmente, era uma unha encravada, e doía muito. Unhas encravadas são comuns para mim, então, claro, achei que ia passar”, relatou à revista People.

No dia seguinte, o dedo médio da mão esquerda estava visivelmente inchado, levando-a a buscar atendimento médico em 10 de fevereiro. Um antibiótico foi prescrito, mas sem melhora. Dois dias depois, Gabby procurou um pronto-atendimento especializado em unhas encravadas. Segundo ela, “eles tentaram estourar o abscesso e cortar embaixo da minha unha, mas não conseguiram tirar nada, só sangue. E me receitaram um segundo antibiótico”.

Apesar de tentar manter suas atividades, a dor aumentou gradualmente. No dia 16, descreveu o episódio mais intenso: “Acordei chorando e quase desmaiei.” Nesse momento, ela procurou um hospital próximo, onde um médico realizou uma incisão no dedo e drenou múltiplos abscessos. Mesmo assim, o inchaço persistiu, e Gabby foi encaminhada a um especialista em mãos, que alertou para o risco de amputação, classificando o caso como “o pior que já tinha visto”.

Três dias depois, a jovem passou por um procedimento urgente de irrigação e desbridamento sob anestesia geral, com uma incisão de 2 centímetros para remoção da infecção. Exames laboratoriais foram solicitados para verificar se a bactéria havia atingido o osso. O risco de amputação, felizmente, foi descartado em 4 de março.

A experiência fez Gabby repensar o hábito que antes considerava inofensivo. “É um assunto muito importante para conscientização e parece que poucas pessoas sabiam que roer as unhas poderia causar um problema tão grande, inclusive eu”, disse.

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