Segunda-feira, 22 de Abril de 2024

Pesquisa indica que pessoas casadas são mais felizes que as solteiras

2024-02-15 às 15:35
Foto: Agência Brasil

Uma vida mais feliz depois de casar pode não estar apenas nos contos de fadas. Também está nos dados.

Adultos casados relatam ser muito mais felizes do que aqueles em qualquer outro status de relacionamento, de acordo com uma pesquisa publicada na sexta-feira (9) pela Gallup.

“Qualquer que seja a forma como analisamos esses dados, vemos uma vantagem bastante grande e notável em ser casado em termos de como as pessoas avaliam a sua vida”, disse Jonathan Rothwell, autor da pesquisa e economista principal da Gallup.

De 2009 a 2023, mais de 2,5 milhões de adultos nos Estados Unidos foram questionados sobre como avaliariam a sua vida atual, sendo zero a pior classificação possível e 10 a mais alta. Em seguida, os pesquisadores perguntaram aos entrevistados qual seria o seu nível de felicidade daqui a cinco anos.

Para ser considerada próspera, uma pessoa tinha que classificar sua vida atual como sete ou mais e seu futuro previsto como oito ou mais, de acordo com a pesquisa.

Durante o período de respostas, as pessoas casadas relataram consistentemente que os seus níveis de felicidade eram mais elevados do que os seus colegas solteiros, com taxas entre 12% e 24% mais elevadas, dependendo do ano, segundo os dados.

A lacuna existia mesmo quando os investigadores ajustavam fatores como idade, raça, etnia, gênero e educação, disse a pesquisa.

A educação é um forte preditor de felicidade, mas os dados mostraram que os adultos casados que não frequentaram o ensino médio avaliam as suas vidas de forma mais favorável do que os adultos solteiros com pós-graduação.

“Coisas como raça, idade, gênero e educação são importantes. Mas o casamento parece importar mais do que esses fatores quando se trata de algo como essa medida de viver a sua melhor vida”, disse Bradford Wilcox, professor de sociologia e diretor do Projeto Nacional de Casamento da Universidade da Virgínia. Wilcox revisou e editou a pesquisa da Gallup.

“Somos animais sociais. E, como disse Aristóteles, estamos programados para nos conectar”, acrescentou.

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