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Análise: início sem rumo, sequência de derrotas e lanterna selam queda de Alex no Operário

Crise se aprofunda com campanha fraca, demissão do treinador e urgência por respostas nas rodadas finais

há 4 horas

Amanda Martins

Análise: início sem rumo, sequência de derrotas e lanterna selam queda de Alex no Operário
Foto: Robson Mafra/AGIF

O início de temporada do Operário-PR tem sido marcado por frustração, queda de rendimento e um alarmante distanciamento do patamar esperado para o atual campeão paranaense. Longe de apresentar competitividade ou organização tática, o Fantasma acumulou atuações apagadas e resultados negativos que rapidamente colocaram a equipe na lanterna do Grupo B do Campeonato Paranaense. Em quatro partidas disputadas em 2026, o time não venceu nenhuma, sofreu três derrotas e somou apenas um ponto, um cenário que expôs fragilidades profundas dentro e fora de campo.

A derrota por 1 a 0 para o São Joseense, neste domingo, na Vila Capanema, em Curitiba, escancarou a falta de reação da equipe e serviu como ponto final para a passagem de Alex de Souza pelo clube. O revés foi o terceiro em quatro jogos no Estadual e consolidou um início de campeonato considerado inaceitável para um time que chegou à temporada carregando o status de campeão e a expectativa de protagonismo.

Sem conseguir dar padrão de jogo, equilíbrio defensivo ou eficiência ofensiva, Alex se despede do Operário após sete meses de trabalho marcados por instabilidade. Contratado em junho do ano passado, o ex-meia de Palmeiras e seleção brasileira comandou o Fantasma em 30 partidas, com oito vitórias, 11 empates e 11 derrotas. O aproveitamento de 38,8% evidencia um trabalho que nunca conseguiu se firmar e que terminou engolido pela pressão dos maus resultados.

A crise não se limitou à saída do treinador. Junto com Alex, também deixaram o clube os auxiliares João Cavalcanti e Zé Roberto Lucini, além do preparador físico Rodrigo Siqueira, numa tentativa clara da diretoria de estancar um problema que se agravou logo nas primeiras rodadas do campeonato. Em nota oficial, o Operário agradeceu aos profissionais pelos serviços prestados, mas o discurso protocolar não esconde o peso da cobrança interna diante do desempenho abaixo do mínimo esperado.

A situação do Fantasma é delicada e preocupante. Atual campeão paranaense, o clube ocupa a última colocação do grupo e vê sua campanha inicial ameaçar todo o planejamento da temporada. A falta de resultados, aliada ao baixo rendimento coletivo, transformou o início de 2026 em um alerta máximo para a diretoria, que agora corre contra o tempo para encontrar um substituto capaz de reorganizar a equipe.

Enquanto a definição do novo treinador não acontece, o Operário tenta se agarrar às duas últimas rodadas da primeira fase como oportunidade de reação. O desafio, no entanto, é grande. Pressionado pela tabela, pela torcida e pela própria condição de campeão, o Fantasma entra em campo nesta quarta-feira, às 20h, contra o Cascavel, no Germano Krüger, em Ponta Grossa, obrigado a dar respostas rápidas para evitar que a crise se aprofunde ainda mais no Campeonato Paranaense.

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