Quinta-feira, 03 de Abril de 2025

“Estudamos muito o adversário e eu sabia onde ele iria bater”, ressalta o herói do título do Fantasma

2025-04-02 às 17:28
Foto: Reprodução/Instagram/André Jonsson/OFEC

O Operário Ferroviário conquistou o título do Campeonato Paranaense 2025 após vencer o Maringá nos pênaltis, por 5 a 4, após um empate em 1 a 1 no tempo normal. A partida decisiva ocorreu no Estádio Germano Krüger, em Ponta Grossa, no último sábado, 29 de março.

A redação do portal D’Ponta News conversou com o goleiro Elias Martello Curzel, que foi o herói da conquista após fazer a defesa que garantiu o bicampeonato para o Fantasma, sobre os principais acontecimentos durante a competição. Além da disputa de pênaltis da final, o clube ponta-grossense também venceu nos pênaltis o São Joseense e o Londrina, pelas quartas e semifinais do campeonato.

Confira os principais pontos da entrevista:

O Operário fez uma campanha sólida durante a primeira fase da competição, terminando em primeiro lugar. Qual foi o principal fator que possibilitou esse bom desempenho?

Acredito que a dedicação de todos e a entrega na parte tática fez toda a diferença pra isso acontecer. Nosso modelo de jogo ajudou muito! Sempre trabalhamos com muita humildade e pé no chão, respeitando o próximo adversário.

Tradicionalmente os jogos contra os clubes da capital trazem uma maior dificuldade e, apesar de o Fantasma ter jogado os três jogos fora de casa na primeira fase, ficou invicto contra esses clubes. Como é a preparação para esses confrontos?

Sempre temos atenção redobrada contra esses clubes, pois sabemos da qualidade dos jogadores que estão do lado de lá também. Fomos felizes em fazer três bons jogos fora de casa contra as equipes da capital!

Os clubes do interior estão cada vez mais competitivos e isso traz um nível de dificuldade maior para o campeonato. Como vocês avaliam o Campeonato Paranaense em decorrência disso?

Não tem jogo fácil. Hoje os jogos são decididos em detalhes, por isso nos cobramos muito pra entrarmos sempre com o máximo de concentração possível.

Na fase de mata-mata, o Operário enfrentou o São Joseense, além do tradicional rival Londrina. Em ambos os confrontos, o Fantasma avançou nos pênalti. Como foi a preparação para esses momentos?

Jogo de mata-mata é outra competição, o grau de concentração precisa ser sempre alto. Fomos eficazes nas decisões de pênaltis e estávamos preparados pra ir passando de fase, independente se fosse no tempo normal ou através das cobranças de pênaltis.

O destino proporcionou que na final o campeonato também fosse definido em uma disputa de pênaltis e você se transformou no herói dessa conquista. O que se passou na tua cabeça antes da batida do último pênalti do Maringá e qual é a sensação de ter feito a defesa, proporcionando o bicampeonato paranaense para o clube?

Sabia que naquela hora poderia estar em minhas mãos a conquista do título, então mantive a calma e concentrei toda minha força naquela última cobrança. Tínhamos estudado muito o adversário e eu sabia onde ele iria bater. Graças a Deus fui feliz e pude fazer a defesa. É um sentimento inexplicável conquistar esse título pelo Operário!

por Yuri Silva

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