Um novo ciclone extratropical deve atingir o Brasil no início de setembro de 2025, trazendo ventos de até 80 km/h. Esse fenômeno meteorológico, comum nessa época do ano, ocorre com o encontro de massas de ar frio vindas da Antártida com massas de ar quente do centro do Brasil, causando ventos fortes, chuvas intensas, queda de temperatura e risco de ressaca no litoral. Segundo especialistas, espera-se que os efeitos sejam sentidos principalmente no Sul do país, com impactos mais limitados em outras regiões.
Os ciclones extratropicais podem provocar alagamentos, deslizamentos, interrupções no fornecimento de energia e transtornos, apesar de a intensidade dessa ocorrência ser menor do que em casos recentes. O fenômeno também pode gerar agitação marítima e ventos fortes no litoral sul. As autoridades de Defesa Civil costumam emitir alertas para preparar a população e minimizar os riscos causados por essas tempestades.
Ciclones extratropicais se formam pelo contraste entre massas de ar frio e quente, resultando em instabilidade atmosférica, precipitações e ventos intensos. Eles são frequentes entre o fim do outono e a primavera, principalmente nas regiões Sul, Sudeste e parte do Centro-Oeste do Brasil. Com o aquecimento global, a tendência é que esses fenômenos se intensifiquem nos próximos anos.
O ciclone previsto para o início de setembro deve trazer ventos de até 80 km/h, especialmente no Sul, com possibilidade de chuva forte e evento de ressaca no litoral. As demais regiões podem ter efeitos menos marcantes, mas é importante atenção aos ventos intensos e chuvas localizadas. As condições meteorológicas favoráveis para a formação do ciclone permitem que as autoridades emitam alertas com antecedência para reduzir riscos à população.