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“Nós iremos administrar o país”, afirma Trump sobre Venezuela

há um dia

Giovanni Cardoso

“Nós iremos administrar o país”, afirma Trump sobre Venezuela
Foto: Joe Raedle/Getty Images

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou neste sábado (3) que seu governo irá administrar a Venezuela até que uma transição do poder seja realizada, após a captura do presidente Nicolás Maduro. A afirmação foi feita durante coletiva em Mar-a-Lago, sobre o ataque norte-americano ao território venezuelano.

“Hoje de madrugada, sob minha direção, os Estados Unidos, através de suas Forças Armadas, conduziram uma operação militar extraordinária na capital da Venezuela. O poder militar americano por terra e pelo mar foi usado para lançar um ataque espetacular. […] toda a capacidade militar venezuelana ficou sem poder”, disse Trump.

O presidente norte-americano acrescentou que os Estados Unidos permanecerão no país “até que uma transição adequada aconteça”. Segundo ele, o governo americano irá “basicamente executar, administrar o país até que uma transição apropriada aconteça”.

Trump, de acordo com o Metrópoles, também associou a permanência dos EUA à exploração dos recursos energéticos venezuelanos, destacando o petróleo. “Também conseguimos apreender o petróleo venezuelano para trazer para o solo americano porque eles retiraram isso, eles fizeram, eles roubaram bilhões de dólares no nosso petróleo. Nunca tivemos um presidente que tenha decidido fazer algo com o respeito. Eles lutaram guerras a milhares de quilômetros de distância e nós que construímos a indústria petrolífera na Venezuela com o nosso talento, com o nosso trabalho, deixamos que um exílio socialista roubasse durante esses governos anteriores e roubassem usando a força”, afirmou.

Sobre a futura administração do país, Trump disse que o governo será conduzido “por um grupo, de forma adequada”, sem detalhar a composição ou modelo dessa gestão. Ele comentou ainda sobre a opositora venezuelana María Corina Machado, afirmando que “não tem apoio” para liderar. “Acho que para ela seria muito difícil ser a líder porque ela não tem o apoio ou o respeito de todo o país; ela é uma mulher muito simpática, mas ela não tem respeito”.

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