Sábado, 18 de Maio de 2024

Projeto GGPEL: Brincar lá fora: a potência das atividades ao ar livre

2024-02-16 às 11:48
Foto: Reprodução/Freepik

Estou iniciando essa escrita de dentro da minha sala, pensando no final de semana e as atividades a serem realizadas com minha família ao ar livre. Enquanto profissional da infância, compreendo a importância desses momentos para a criança e busco proporcionar ao meu filho situações de contato com a natureza, com brincadeiras em parques abertos, visita a jardins botânicos, passeios em áreas de sítio e, no pódio das memórias afetivas, estão os dias na praia. O artigo é a do portal Nova Escola.

Mas, olhando para o meu grupo de crianças, consigo identificar que não é uma realidade para todos e nem sempre o motivo principal são questões econômicas. A verdade é que nosso estilo de vida nos afastou da natureza e fico pensando em que momento do caminho nos distanciamos de nossa essência natural.

Vemos no dia a dia, os bebês e crianças pequenas com receio de caminhar sem o calçado, de pisar na terra, na areia, na grama ou que demonstram receio do contato das mãos com a argila e com o barro.

A partir de tais observações, cada vez mais, as instituições de Educação Infantil têm se preocupado com os espaços externos. Brincar lá fora deixou de ser um momento meramente recreativo e passou a ser potência para oportunizar aprendizagens que  contemplam condições para o pleno desenvolvimento, tornando-se a linguagem que alcança o mais genuíno que existe nos pequenos.

Porém, o brincar lá fora requer condições prévias que, diante desse cimentado estilo de vida, nem sempre a família está preparada para apoiar pois, se chove, existe o receio de se molhar; se tem sol, pode se queimar; se está frio, pode resfriar ou, se tem umidade, pode se sujar. Desse modo, desde cedo, criam-se os primeiros afastamentos do mundo natural.

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