Segunda-feira, 20 de Maio de 2024

Caminhoneiro de PG é encontrado após sequestro em Guarulhos

2020-04-17 às 11:07

Altieles Mello, de 37 anos, foi localizado na noite desta quinta-feira (16) e levado à delegacia para prestar depoimento sobre o dia de terror que viveu em Guarulhos, São Paulo. O caminhoneiro ponta-grossense foi roubado e sequestrado enquanto aguardava o carregamento do veículo.

Não há informações de onde Mello foi encontrado e do estado de saúde dele. O que se sabe é que, após ser localizado, Altieles foi levado para uma delegacia e passa bem.

Mais informações a qualquer momento.

RELEMBRE O CASO

Em entrevista exclusiva ao D’Ponta News, Wender Oliveira de Mello, filho da vítima, relatou o que aconteceu. “Faz tempo que meu pai trabalha com caminhão, e a gente desconfiou por ele não ter mandado mensagem ontem [16] de manhã, porque ele sempre manda. Meu tio trabalha na mesma empresa que ele, e conseguiu contato com um colega que estava no mesmo local fazendo o carregamento. Ele informou que foi coisa de dez minutos. O amigo dele entrou na empresa e tinham chamado meu pai para carregar. Ele não entrou e, quando foram atrás dele, ele já não estava mais lá”, relata.

Segundo Wender, a empresa em que Altieles trabalha tentou rastrear o caminhão. “Temos certeza [que ele foi roubado e sequestrado]. O celular dele está fora de área e a empresa tentou seguir o rastreador, mas já tinham tirado. Não conseguiram localizar o caminhão”, explica.

Mais tarde, em um novo contato com a reportagem do D’Ponta News, Wender afirmou que recebeu a informação de que um outro caminhoneiro, funcionário da mesma empresa do pai, relatou que tinha sofrido tentativa de sequestro. De acordo com este caminhoneiro, que não teve a identidade revelada, os bandidos teriam entrado no veículo, informado o sequestro e dito que “ficaria tudo bem e que ele iria para o mesmo lugar do Altieles”.

Wender conta que, durante o crime, o caminhão teria parado de funcionar e os sequestradores acreditaram que o veículo teria sido bloqueado por satélite. A vítima foi solta e teria relatado a informação, por meio de um áudio, para a empresa em que trabalha.

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