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Ponta Grossa

Médico que matou a mãe em Ponta Grossa tem 'transtorno delirante persistente', conclui laudo

Rafael Nicoluzzi foi denunciado por feminicídio qualificado por meio cruel; defesa afirma que laudo da Polícia Científica atesta a inimputabilidade do acusado

há 2 horas

Matheus Gaston

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Médico que matou a mãe em Ponta Grossa tem 'transtorno delirante persistente', conclui laudo
Foto: Reprodução/CFM
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Um laudo emitido pela Polícia Científica na última segunda-feira (24) aponta que o médico Rafael Nicoluzzi, acusado de matar a própria mãe, Erondina de Oliveira, 73 anos, possui quadro clínico psiquiátrico de transtorno delirante persistente. O crime aconteceu em 29 de novembro do ano passado, em um apartamento na Vila Estrela, em Ponta Grossa.

Segundo o documento, pacientes com essa patologia apresentam pensamentos delirantes persistentes e que não podem ser classificados entre os transtornos orgânicos, esquizofrênicos ou afetivos. De acordo com a psiquiatra responsável pela emissão do laudo, além das informações coletadas na entrevista pericial com Rafael, declarações prestadas por uma filha da vítima confirmam o diagnóstico.

Além da constatação feita a partir de exame de sanidade mental, o documento obtido pelo D'Ponta News indica que o médico era "incapaz de entender o caráter ilícito dos fatos a ele imputados e inteiramente incapaz de se determinar de acordo com esse entendimento". Ou seja, segundo a avaliação médica, o acusado não compreendia que suas atitudes eram ilegais e não tinha capacidade de controlar seu comportamento, em razão do quadro psicótico crônico e grave.

Foto: Reprodução.
Foto: Reprodução.

O que diz a defesa

Para Yuri Kozan, advogado que representa Rafael Nicoluzzi, o documento emitido pela Polícia Científica vai de encontro com o que a defesa apresenta desde o início da investigação e atesta a inimputabilidade do acusado.

Segundo Kozan, com a produção do laudo, a ação penal será retomada com a apresentação de resposta à acusação por parte da defesa. "Será apurado ainda se, de fato, Rafael Nicoluzzi foi o autor do homicídio da sua própria genitora", diz o advogado. "O mínimo que esperamos é a imediata transferência dele para um hospital de custódia para que, uma vez ele recobrando a sua consciência, a sua rigidez mental, possa se defender", completa.

Atualmente, Rafael Nicoluzzi está preso na Casa de Custódia de Ponta Grossa. O médico foi denunciado pelo Ministério Público do Paraná (MPPR) pela prática de feminicídio qualificado por meio cruel.

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