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Correios reabrem inscrições para Plano de Desligamento Voluntário a partir de fevereiro

A adesão é pessoal e voluntária, com prazo aberto até 31 de março

há 2 horas

Amanda Martins

Correios reabrem inscrições para Plano de Desligamento Voluntário a partir de fevereiro
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
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Os Correios vão reabrir, a partir da primeira semana de fevereiro, as inscrições para o Plano de Desligamento Voluntário (PDV) dos empregados da estatal. A adesão é pessoal e voluntária, com prazo aberto até 31 de março, enquanto os desligamentos devem ser concluídos até o fim de maio.

Segundo informações da Agência Brasil, em comunicado divulgado em dezembro, a empresa informou que o PDV tem potencial de adesão de até 15 mil empregados entre 2026 e 2027. A estimativa é de uma economia anual de R$ 2,1 bilhões nas despesas com pessoal, com impacto financeiro pleno previsto a partir de 2028. Atualmente, os Correios contam com mais de 82 mil empregados próprios e cerca de 10 mil trabalhadores terceirizados.

O PDV 2026 integra a Fase 1 do Plano de Reestruturação econômico-financeiro para o período de 2025 a 2027. A iniciativa tem como objetivo reduzir custos, garantir a sustentabilidade da estatal e preservar sua relevância social. No PDV de 2025, cerca de 3,5 mil empregados aderiram ao programa.

Entre as novidades do PDV 2026 está o fim da restrição de idade máxima, que antes era direcionada a empregados com 55 anos ou mais. Agora, qualquer trabalhador pode aderir, desde que tenha ao menos dez anos de empresa, tenha recebido remuneração por no mínimo 36 meses nos últimos 60 meses e não tenha completado 75 anos até a data do desligamento. O plano mantém o incentivo financeiro praticado na edição anterior e permite que empregados e dependentes optem pelo Plano de Saúde Família, com mensalidades mais acessíveis e cobertura regional.

A reestruturação ocorre em meio a um cenário de crise financeira. Os Correios identificaram um déficit estrutural superior a R$ 4 bilhões anuais, patrimônio líquido negativo de R$ 10,4 bilhões e prejuízo acumulado de R$ 6,057 bilhões até setembro de 2025. Para enfrentar a situação, a estatal anunciou a captação de R$ 12 bilhões em crédito, projeta reduzir R$ 5 bilhões em despesas até 2028, prevê o fechamento de mil agências deficitárias e a venda de imóveis ociosos para geração de recursos e redução de custos.

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