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Brasil

Eclipse lunar total provoca “Lua de Sangue” nesta terça-feira

Fenômeno poderá ser observado em partes das Américas, Ásia e Austrália, com melhor cenário no Pacífico

há 2 horas

Amanda Martins

Eclipse lunar total provoca “Lua de Sangue” nesta terça-feira
Foto: JUAN BARRETO / AFP
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Um eclipse lunar total, conhecido popularmente como “Lua de Sangue”, ocorre na manhã desta terça-feira (3). O fenômeno poderá ser visto em diversas regiões das Américas, da Ásia e da Austrália, mas o Brasil não está entre os locais mais favoráveis para acompanhar o evento. Segundo O Globo, a previsão é que o ápice aconteça entre 5h e 6h, já próximo ao nascer do dia.

Durante o eclipse, a Lua atravessa a parte mais escura da sombra da Terra, chamada umbra. É nesse momento que o satélite natural adquire o tom avermelhado característico. Em 2026, estão previstos quatro eclipses ao todo. O primeiro foi registrado em 17 de fevereiro, quando ocorreu um eclipse solar anular.

De acordo com Thiago Gonçalves, diretor do Observatório do Valongo, a visibilidade no Brasil será prejudicada principalmente pelo horário e pela posição da Lua no céu. “Dentro do Brasil, quanto mais para o Oeste você estiver, então as regiões Oeste do Amazonas, Acre, vão ter um pouco mais de visibilidade e vão conseguir, pelo menos, enxergar o eclipse parcialmente”, afirma.

Segundo o astrônomo, quando o fenômeno começar a se tornar perceptível, a Lua já estará muito baixa no horizonte. “Quando começar o eclipse, a Lua já vai estar muito baixa no horizonte, infelizmente. Então, quem conseguir ver alguma coisa lá vai ver um pouquinho”, diz. Ele reforça que o melhor cenário de observação será em locais onde ainda for noite durante a fase total, como ilhas do Pacífico, Nova Zelândia e Fiji.

A coloração avermelhada ocorre porque a Terra se posiciona entre o Sol e a Lua, bloqueando a luz direta. Parte da luminosidade, no entanto, atravessa a atmosfera terrestre antes de atingir a superfície lunar. “A luz azul é espalhada e só chega essa parte vermelha da luz do Sol na superfície da Lua, que é o que a gente enxerga, por isso que se chama uma Lua de Sangue”, explica Gonçalves.

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