há 2 horas
Amanda Martins

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) anunciou o novo teto de aposentadoria para 2026, fixado em R$ 8.475,55. O valor representa um reajuste de 3,9% em relação ao teto anterior, que era de R$ 8.157,41, e impacta tanto beneficiários que já recebem valores próximos ao limite quanto futuros aposentados.
A atualização é válida em todo o Brasil e leva em consideração a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), com o objetivo de preservar o poder de compra dos segurados. Para quem já recebe benefícios elevados, o aumento é aplicado automaticamente. Já os novos aposentados terão os valores calculados com base no novo teto, podendo haver variações conforme regimes especiais e critérios de contribuição.
A mudança afeta principalmente segurados que contribuem pelo valor máximo permitido e profissionais de alta renda. Fatores como idade mínima e tempo de contribuição são determinantes para alcançar o teto do INSS. Em casos de atividades insalubres, é possível a aposentadoria com menor tempo de contribuição, ainda que o benefício possa atingir o teto conforme o histórico contributivo.
O reajuste também altera as contribuições mensais ao INSS. Segurados que recebem acima do salário mínimo terão aumento de 3,9% nos benefícios, enquanto aqueles que recebem um salário mínimo terão reajuste de 6,79%. As novas alíquotas já estão em vigor, adequando as contribuições às regras atualizadas do sistema previdenciário.