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PF pede prorrogação de prazo para inquérito sobre atuação de Bolsonaro na pandemia

Pedido foi encaminhado ao ministro Flávio Dino, do STF, e envolve investigações baseadas no relatório final da CPI da Covid

há uma hora

Amanda Martins

PF pede prorrogação de prazo para inquérito sobre atuação de Bolsonaro na pandemia
Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

A Polícia Federal solicitou ao ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), a prorrogação do prazo para a abertura de inquérito que investiga fatos apontados pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, instaurada pelo Senado Federal em 2021 para apurar a condução do enfrentamento à pandemia durante o governo de Jair Bolsonaro (PL).

Segundo o Metrópoles, em setembro de 2025, Flávio Dino determinou a abertura do inquérito, estabelecendo o prazo inicial de 60 dias para a realização de diligências, oitivas e demais medidas investigativas. No entanto, a corporação pediu mais tempo para aprofundar os trabalhos. O pedido foi feito em processo sigiloso e ainda aguarda análise do ministro.

O relatório final da CPI da Covid, aprovado em outubro de 2021, recomendou o indiciamento do então presidente Jair Bolsonaro por crimes como prevaricação, charlatanismo, infração a medidas sanitárias preventivas e emprego irregular de verbas públicas, entre outros. O documento também apontou possíveis condutas criminosas de outros agentes públicos.

Entre os citados no relatório estão o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ); os deputados federais Eduardo Bolsonaro (PL-RJ), Carla Zambelli (PL-SP), Bia Kicis (PL-DF), Osmar Terra (MDB-RS), Ricardo Barros (PP-PR) e Carlos Jordy (PL-RJ); além dos ex-ministros Onyx Lorenzoni e Ernesto Araújo.

A decisão de Dino determinou a conversão da Petição nº 10.064/DF em inquérito policial a ser conduzido pela Polícia Federal, atendendo a pedido da própria corporação. O objetivo é aprofundar a apuração de indícios de crimes contra a administração pública apontados pela CPI.

Ao todo, Bolsonaro e mais 23 aliados devem ser alvo do inquérito. Na decisão que autorizou a investigação, o ministro destacou que a CPI reuniu fortes indícios de irregularidades, incluindo suspeitas de fraudes em licitações, superfaturamento, desvio de recursos públicos e contratos com empresas de fachada para prestação de serviços fictícios ou genéricos.

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