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Procuradoria-Geral da República se manifesta sobre pedidos de Bolsonaro na prisão

A defesa do ex-presidente solicitou o acesso de líderes religiosos e a aquisição de uma TV Smart para a cela na Superintendência da Polícia Federal

há 2 horas

Publicado por Gabriel Aparecido

Procuradoria-Geral da República se manifesta sobre pedidos de Bolsonaro na prisão
Foto: Reprodução

A Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou nesta quarta-feira (14), através de um parecer, em relção aos últimos pedidos da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro. A PGR se posicionou contra o acesso de Bolsonaro a um aparelho de TV Smart em sua cela na Superintendência da Polícia Federal. Entretanto, se posicionou a favor de que ele possa participar de atividades de leitura para redução da pena e receber assistência religiosa.

De acordo com o Metropoles, Paulo Gonet, procurador-geral da República, se manifestou após pedido do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Bolsonaro pediu para “aderir formalmente às atividades de leitura regulamentadas pelo Conselho Nacional de Justiça”, com o objetivo de reduzir a pena, atualmente estabelecida em 27 anos e 3 meses. Gonet é a favor.

A defesa também requereu autorização para acesso a uma televisão do tipo Smart TV, que dá acesso à internet. O argumento jurídico foi de que o “direito à informação constitui expressão direta da dignidade da pessoa humana e integra o conjunto mínimo de garantias asseguradas àquele que se encontra sob custódia estatal”.

Gonet entendeu pelo indeferimento do acesso a aparelho do tipo smart TV, “sem prejuízo de solução alternativa para fonte de noticiário buscado”.

Além disso, Gonet foi favorável ao requerimento de acesso à assistência religiosa onde Bolsonaro cumpre a pena estabelecida pela Suprema Corte, na Superintendência da Polícia Federal (PF) em Brasília. O pedido foi feito pela senadora Damares Alves (Republicanos-DF). Os nomes indicados para fazerem a visita são do Bispo Robson Lemos Rodovalho e do Pastor Thiago de Araújo Macieira Manzoni (PL).

“A liberdade religiosa constitui direito fundamental assegurado a todos os cidadãos, inclusive àqueles que se encontram sob custódia estatal. Tal garantia abrange não apenas a preservação das convicções pessoais, mas também o pleno exercício da fé, mediante acompanhamento espiritual prestado por ministros religiosos de confiança do assistido”, afirmou a defesa no pedido.

O pedido da defesa é para que o atendimento espiritual seja realizado de forma individual, com supervisão institucional, sem qualquer interferência na rotina do estabelecimento.

Após a manifestação da PGR, Moraes deve dizer sim ou não às solicitações da defesa de Bolsonaro.

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