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Curitiba e RMC

Internação involuntária em Curitiba: uma medida de proteção em casos críticos, aponta analista

Autor de artigos no D'Ponta News, Barbiero rebate críticas à medida e aponta critérios técnicos como única saída para resgate de vidas em risco iminente nas ruas

há 2 dias

Heryvelton Martins

Internação involuntária em Curitiba: uma medida de proteção em casos críticos, aponta analista
Divulgação / Reprodução

O comunicador e analista do D'Ponta News, João Barbiero, manifestou apoio contundente à política de internação involuntária para pessoas em situação de rua e dependência química, destacando a iniciativa da Prefeitura de Curitiba como um modelo de resgate à vida.

Em sua análise, Barbiero rebate críticas à medida e classifica a oposição à internação como “discurso barato” de quem prefere ignorar a gravidade da situação. Para o analista, a intervenção é necessária quando o indivíduo perde a capacidade de autotutela e corre risco iminente de morte ou de ferir terceiros.

Clique aqui e veja o vídeo.

“Alguém corre risco de vida no meio do trânsito, em uma situação até desumana. Corre o risco de ser atropelado, de matar alguém ou de ser morto”, argumenta Barbiero. Ele reforça que a ação do poder público visa impedir que essas pessoas morram nas ruas sem assistência.

Critérios técnicos e respaldo legal

O analista enfatiza que a internação involuntária não ocorre de forma aleatória. O processo segue um rigoroso protocolo técnico que envolve equipes multidisciplinares compostas por médicos e especialistas em desenvolvimento humano e defesa social, além da Fundação de Assistência Social (FAS).

"Inicia-se uma desintoxicação e leva-se a pessoa para uma unidade de estabilização psiquiátrica para começar um trabalho de recuperação desse ser humano", explica.

Barbiero ressalta que todo o procedimento obedece ao Plano Nacional de Saúde Mental e às resoluções do Conselho Federal de Medicina (CFM), exigindo assinatura médica e notificação imediata ao Ministério Público por meio do sistema Protege.

“Lavar as mãos seria mais fácil”

Ao concluir seu posicionamento, João Barbiero critica a postura de quem se opõe à medida sem apresentar soluções práticas para evitar mortes nas ruas. “É discurso barato que não pode ser levado em consideração quando o tema é o resgate de vida. Parabéns pela iniciativa da prefeitura de Curitiba. Seria mais fácil lavar as mãos, mas tomaram uma atitude”, finaliza.

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