Quinta-feira, 20 de Junho de 2024

“Entrei nesse processo para fazer a diferença na vida das pessoas”, afirma a professora Elizabeth Schmidt (PSD), ao votar

2020-11-29 às 10:27

A Professora Elizabeth Schmidt (PSD) foi a primeira candidata a votar na manhã deste domingo (29). Ela chegou ao Colégio Estadual Presidente Kennedy, por volta das 9h30, acompanhada do candidato a vice-prefeito Capitão Saulo (PSD), do marido e de apoiadores.

“Desde o início, eu sempre falei que entrei nesse processo [campanha política] para fazer a diferença na vida das pessoas. O trabalho foi realizado em conjunto com muitas pessoas e com muitos amigos que acreditaram nessa proposta”, afirma.

De acordo com a candidata, a motivação durante a campanha eleitoral veio da receptividade da população. “Eu tentei ouvir o inaudível. Cada vez que eu batia na casa das pessoas, eu me sentia mais fortalecida ao pensar que poderia contribuir com essa mudança”, afirma.

Conquistas 

Elizabeth também destaca as suas conquistas enquanto prefeita em exercício. Ela exerce, atualmente, o cargo de vice-prefeita do prefeito Marcelo Rangel (gestão 2017-2020). “Cada vez que eu assinei um documento que foi importante para a mudança da vida das pessoas, foi uma vitória. É indescritível você, por exemplo, fazer a regularização fundiária de 900 casas e famílias que agora têm papel na mão. É uma conquista para eles e para nós”, comenta.

Desafios

A candidata não esconde que irá enfrentar desafios a partir de 2021, caso seja eleita. “Eu sei que no dia 02 de janeiro eu vou estar de mangas arregaçadas trabalhando, distribuindo trabalho, fazendo com que a máquina pública funcione e contando com todos os nossos servidores. Eu acredito, sinceramente, que as propostas e as ideias vieram daqueles que trabalham todos os dias e elas vão ser executadas por eles”, frisa, enfatizando a importância dos servidores públicos.

Voto feminino

A conquista do voto feminino e a participação da mulher na política também foram exaltadas pelo candidata. “Há cem anos, as mulheres estavam lutando e guerreando para poder votar, porque era uma prerrogativa do homem. Agora, depois de 100 anos, eu estou aqui lutando e guerreando para ser votada”, comenta.

Ela observa que o processo de mudança cultural é muito lento. “Nós tivemos pessoas lá atrás que abriram essas portas e esse caminho na área da política. Hoje a gente percebe que as mulheres já estão automaticamente – e com liberdade – se colocando para ser votadas”, reforça, citando como exemplo o grande número de candidatas a vereadoras nas eleições municipais de 2020.

“Eu gostaria que as mulheres sintam que nós somos protagonistas da história, porque nós queremos o melhor para a nossa educação, saúde, segurança”, sublinha. A professora também se mostrou confiante na vitória no segundo turno dessas eleições.