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Novo true crime da Netflix revisita caso de enfermeira condenada pela morte de sete bebês

A produção reconstrói o julgamento da enfermeira britânica Lucy Letby, condenada à prisão perpétua pela morte de recém-nascidos

há 2 horas

Amanda Martins

Novo true crime da Netflix revisita caso de enfermeira condenada pela morte de sete bebês
Foto: Divulgação
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O documentário Investigando Lucy Letby estreou na Netflix nesta quarta-feira (4) e revisita um dos casos criminais de maior repercussão no Reino Unido nos últimos anos. Segundo o Metrópoles, a produção reconstrói o julgamento da enfermeira britânica Lucy Letby, condenada à prisão perpétua pela morte de recém-nascidos sob seus cuidados em um hospital inglês.

Lucy Letby, atualmente com 36 anos, foi condenada em agosto de 2023 pelos assassinatos de sete bebês ocorridos entre 2015 e 2016 no Hospital Countess of Chester, na Inglaterra. Além das mortes, ela também foi considerada culpada por sete tentativas de homicídio contra outros recém-nascidos atendidos na unidade neonatal da instituição.

O documentário reúne imagens inéditas, como o momento da prisão da enfermeira em sua casa, além de trechos de interrogatórios e depoimentos, incluindo conversas com a mãe de uma das vítimas. A produção também detalha os métodos utilizados nos crimes, que envolveriam a injeção de ar por via intravenosa e o uso de sondas para introduzir ar ou excesso de leite no estômago dos bebês.

Considerado um dos mais longos da história do sistema judicial britânico, o julgamento foi concluído cerca de oito anos após a ocorrência dos crimes. A série ainda mostra anotações pessoais de Lucy Letby, nas quais datas que coincidem com as mortes aparecem destacadas com asteriscos.

Apesar da condenação, o documentário apresenta questionamentos sobre a decisão judicial. Entre os críticos está o médico canadense Shoo Lee, que aponta falhas nas perícias utilizadas no processo e afirma acreditar na inocência da enfermeira. A Justiça do Reino Unido, no entanto, já negou duas vezes os recursos apresentados pela defesa, mantendo a pena de prisão perpétua.

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