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Análise: Entre o controle e o alerta, Operário faz o dever de casa contra o Azuriz

Fantasma constrói vantagem no primeiro tempo, cai de produção após o intervalo e conta com erros do Azuriz para sair em situação confortável nas quartas do Paranaense

há 5 horas

Amanda Martins

Análise: Entre o controle e o alerta, Operário faz o dever de casa contra o Azuriz
Foto: André Jonsson / OFEC
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O Operário Ferroviário venceu o Azuriz por 2 a 0, mas o placar escondeu problemas que podem custar caro adiante. No jogo de ida das quartas de final do Campeonato Paranaense, em Ponta Grossa, o atual campeão resolveu a partida cedo, com gols ainda no primeiro tempo, e depois passou mais tempo administrando riscos do que impondo sua superioridade técnica.

O início foi favorável ao Fantasma, que encontrou pouca resistência de um Azuriz desorganizado defensivamente. O gol de Vinicius Diniz, aos 17 minutos, escancarou a fragilidade na marcação aérea, com o zagueiro subindo livre após cobrança de falta. Aos 40, o segundo gol surgiu em mais um lance mal defendido, quando a bola atravessou a área sem interceptação até Moraes finalizar com liberdade. A vantagem construída teve mais relação com os erros do adversário do que com um domínio consistente do Operário.

Na etapa final, a postura do time da casa mudou para pior. O Operário diminuiu o ritmo, recuou excessivamente e permitiu que o Azuriz ganhasse campo. Maranhão desperdiçou uma chance clara, e Caetano acertou o travessão em chute de fora da área, em lances que evidenciaram falhas defensivas e falta de controle do Fantasma. A partida ficou aberta sem que o placar justificasse esse cenário.

A expulsão de Caetano, após revisão do VAR, foi determinante para aliviar a pressão sobre o Operário. Com um a mais, a equipe teve caminho facilitado para segurar o resultado, ainda que sem mostrar capacidade de transformar a superioridade numérica em domínio territorial ou criação ofensiva. Mesmo assim, nos acréscimos, Gabriel Zeca só não marcou graças a uma defesa decisiva de Vagner Silva, reforçando a sensação de que o 2 a 0 foi generoso.

O resultado deixa o Operário em situação confortável, podendo perder por um gol no jogo de volta, mas a atuação acende um sinal de alerta. A queda brusca de rendimento no segundo tempo e a dificuldade para controlar o jogo em momentos-chave expõem limitações que não podem ser ignoradas. Já o Azuriz, apesar da desvantagem e da expulsão, sai com a impressão de que foi punido de forma severa por erros pontuais, mas competitivo o suficiente para acreditar em um confronto mais equilibrado em Pato Branco, no próximo domingo.

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