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Esporte

Brasileirão 2026 começa com diversidade de técnicos e apenas quatro campeões no comando

Estrangeiros dominam os bancos de reservas, e apenas quatro técnicos iniciam a Série A já campeões nacionais

há 4 horas

Amanda Martins

Brasileirão 2026 começa com diversidade de técnicos e apenas quatro campeões no comando
Foto: Anderson Lira/Código 19/Gazeta Press | Gilvan de Souza / Flamengo | Gustavo Aleixo / Cruzeiro

O Campeonato Brasileiro de 2026 começa na próxima quarta-feira (28) cercado de expectativas dentro e fora de campo, especialmente no que diz respeito aos comandantes técnicos das 20 equipes da Série A. Às vésperas da primeira rodada, o cenário revela uma combinação de novidades, apostas e nomes já consolidados no futebol nacional e internacional.

Um dos principais destaques é, mais uma vez, a forte presença de treinadores estrangeiros. Nove dos 20 técnicos que iniciam a competição não são brasileiros, o que representa quase metade da elite do futebol nacional. Entre eles, estão cinco argentinos, dois portugueses, um colombiano e um uruguaio, reforçando a tendência de internacionalização dos bancos de reservas no Brasileirão. Os outros 11 clubes apostam em profissionais brasileiros para a temporada.

Apesar da diversidade de perfis e nacionalidades, a lista de treinadores com experiência vencedora no próprio Campeonato Brasileiro é curta. Apenas quatro técnicos que começam a edição de 2026 já conquistaram o título da competição: Abel Ferreira, bicampeão pelo Palmeiras; Rogério Ceni, campeão em 2020 com o Flamengo; Tite, vencedor em 2011 e 2015 pelo Corinthians; e Filipe Luís, atual campeão pelo Flamengo em 2025. Os demais 16 treinadores buscam o primeiro troféu nacional da carreira.

Entre os clubes, há diferentes estágios de continuidade e reformulação. Abel Ferreira segue como o técnico mais longevo da Série A, no comando do Palmeiras desde novembro de 2020. Em contrapartida, equipes como Botafogo, Remo e Cruzeiro iniciam o Brasileirão com treinadores recém-chegados, contratados no fim de 2025 ou início de 2026.

O panorama também evidencia a aposta em nomes experientes, como Jorge Sampaoli, Luís Castro e Juan Carlos Osorio, ao lado de treinadores mais jovens, como Martín Anselmi e Filipe Luís, que representam uma nova geração à frente dos grandes clubes. Com estilos distintos e trajetórias variadas, os técnicos terão papel decisivo em um campeonato marcado pelo equilíbrio e pela pressão por resultados imediatos.

Com a bola prestes a rolar, o Brasileirão 2026 começa não apenas como uma disputa entre elencos, mas também como um teste de ideias, métodos e estratégias à beira do gramado, em um dos campeonatos mais exigentes do futebol mundial.

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