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Esporte

Diretoria do Operário explica saída de Alex e aposta em interino enquanto busca novo treinador

Fantasma acumula três derrotas e um empate, cenário que acelerou a decisão da diretoria pela troca no comando técnico

há 2 horas

Amanda Martins

Diretoria do Operário explica saída de Alex e aposta em interino enquanto busca novo treinador
Foto: Giovani Baccin/AGIF

A passagem de Alex pelo comando do Operário Ferroviário chegou ao fim em meio a um início de Campeonato Paranaense marcado por resultados ruins e desempenho preocupante dentro de campo. Lanterna do Grupo B, com apenas um ponto somado em quatro jogos, o Fantasma acumula três derrotas e um empate, cenário que acelerou a decisão da diretoria pela troca no comando técnico.

Em entrevista coletiva nesta segunda-feira, o executivo de futebol Bruno Batata deixou claro que a saída do treinador foi consequência direta da baixa performance da equipe. Mesmo com reforços contratados para a temporada, o time não apresentou evolução e falhou em traduzir o trabalho do dia a dia em resultados. “O começo de temporada foi muito aquém do que se esperava”, admitiu o dirigente, ressaltando que o rendimento em campo foi incompatível com as expectativas criadas.

Batata reconheceu que Alex e sua comissão apresentavam boas ideias e conteúdos nos treinamentos, mas destacou que isso não se refletiu nas partidas. A falta de respostas competitivas, aliada à ausência de resultados, tornou a manutenção do treinador insustentável. Segundo o dirigente, a mudança foi uma tentativa de estancar a crise e evitar um agravamento da situação no estadual.

A saída de Alex ocorre em um momento crítico para o clube, atual campeão paranaense e agora ameaçado de eliminação precoce e até de rebaixamento. Para tentar uma reação imediata, a diretoria optou por Schumacher como técnico interino. Ídolo recente do Operário, ele assume a equipe em um cenário de forte pressão, com pouco tempo para ajustes e a obrigação de vencer para manter o time vivo na competição.

Com dois jogos restantes na primeira fase, o Fantasma depende de resultados positivos para escapar do chamado “torneio da morte”. A diretoria admite a necessidade de uma resposta rápida do elenco e trabalha para definir um novo treinador nos próximos dias. A troca no comando técnico expõe não apenas a fragilidade do início de temporada, mas também a urgência de mudanças mais profundas para que o Operário não transforme um ano promissor em uma campanha marcada pelo fracasso.

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