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Paraná

Com Sanepar, PR se aproxima de meta nacional e é destaque na redução de desperdício

Estado apresenta o terceiro melhor índice do país e investimentos da Sanepar em Ponta Grossa e Maringá antecipam objetivos do Marco Legal do Saneamento

há 2 horas

Das assessorias

Com Sanepar, PR se aproxima de meta nacional e é destaque na redução de desperdício
Reprodução
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Nesse cenário, o Paraná se destaca com ações eficientes, sendo um dos três estados que menos desperdiçam água por ponto que sai da rede de distribuição para a ligação (lote ou terreno que pode ter mais de uma unidade de consumo). O índice paranaense é de 221,97 L/lig/dia, número significativamente menor que a média nacional, de 348,86 L/lig/dia.

Assim, o Paraná deve ser o próximo estado a atingir a meta nacional de redução, que é de 216 L/lig/dia, no máximo. Esse índice deve ser alcançado em todos os municípios brasileiros até 2033, de acordo com o Marco Legal do Saneamento. Apenas Goiás (124,25 L/lig/dia) e Tocantins (178,81 L/lig/dia) já atingiram esse patamar.

“Estamos trabalhando fortemente para chegar à meta antes do prazo. A Sanepar sabe que reduzir o desperdício é sinônimo de aumento da qualidade de vida dos paranaenses e de uso sustentável dos recursos hídricos. Até 2030, vamos investir R$ 13 bilhões em saneamento básico”, destaca o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.

O ranking é resultado de um estudo do Instituto Trata Brasil, que utiliza os números de 2023 compilados pelo Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (Sinisa).

PRESENÇA DA SANEPAR – Esse resultado positivo no Paraná tem grande participação da Sanepar, que entrega água tratada para 344 dos 399 municípios do estado. Duas das 21 das grandes cidades brasileiras (com mais de 100 mil habitantes) que já atingiram esse objetivo são abastecidas pela Companhia: Maringá (144,46 L/lig/dia) e Ponta Grossa (197,99 L/lig/dia).

Os resultados refletem os investimentos da Sanepar nas cidades onde atua, antecipando-se na aplicação de recursos para o avanço e melhoria dos serviços. Nos últimos oito anos, a Companhia investiu, em média, R$ 1,3 bilhão em saneamento básico, o que resulta em um dos melhores índices de entrega de água tratada do país. 

O modelo paranaense se contrapõe a realidades de estados como Amapá e Acre, por exemplo, que perdem mais de 1.000 litros por ligação a cada dia (1.001,04 L/lig/dia e 1.057,73 L/lig/dia, respectivamente).

A presidente executiva do Instituto Trata Brasil, Luana Siewert Pretto, ressalta a importância de olhar para esses dados e adotar estratégias para diminuir o desperdício. “A redução de perdas é uma medida de adaptação às mudanças climáticas para que a população e a economia possam se desenvolver e para que a gente tenha água na qualidade e na quantidade necessária para as futuras gerações”, afirma.

Estratégias

A redução de perdas de água tratada requer estratégias em diversas frentes, como a educação para o uso consciente, maior eficiência na distribuição, identificação e conserto ágil de vazamentos, além do combate a furtos de equipamentos e ligações irregulares (“gatos”).

A Sanepar tem atuado continuamente em todas essas áreas e investe em estudos, testes e aplicação de novas tecnologias de controle, como:

  • Inteligência Artificial (IA) na análise de sons típicos de vazamentos;

  • Esferas com sensores sonoros que percorrem o interior das adutoras (grandes tubulações) e localizam vazamentos e bolhas sem interromper o abastecimento;

  • Informações via satélite, que escaneiam o solo em busca de vazamentos invisíveis;

  • Agentes operacionais de perdas, que utilizam geofones para encontrar rupturas nas tubulações;

  • Softwares de análise preditiva que cruzam dados da tubulação e dos hidrômetros para indicar pontos prioritários de substituição, evitando rompimentos e medição incorreta;

  • Válvulas redutoras de pressão, que controlam a pressão da água na rede em tempo real, evitando o rompimento de canos em picos de pressão;

  • Sensores de telemetria na rede, que enviam dados para centros de controle, identificando quedas bruscas de pressão que indicam vazamentos.

O Índice de Perdas por Ligação, adotado pelo Sinisa, reflete o estado das tubulações e a agilidade da empresa em consertar vazamentos, permitindo o comparativo entre diferentes regiões. É um indicador volumétrico que calcula a média de quantos litros de água são perdidos por dia em cada ligação (ramificação da rede de distribuição para o interior de um lote ou terreno, que pode ter um ou vários imóveis, como um edifício).

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