Publicidade
AO VIVO:
Vídeo “sem cortes” mostra ação completa de abandono de cachorro em PG
{}
NotíciasColunistasSobreContatoAnuncie no DP
Revista DPPonto de VistaManhã Total
NotíciasColunistasSobreContatoAnuncie no DPRevista DPPonto de VistaManhã Total
Política

Deputada Luciana Rafagnin questiona ANTT após cobranças indevidas no pedágio eletrônico do Lote 06

“Quando o cidadão paga pedágio, ele tem direito a um serviço correto e transparente", defende a deputada

há 2 horas

Das Assessorias

Deputada Luciana Rafagnin questiona ANTT após cobranças indevidas no pedágio eletrônico do Lote 06
Assessoria
Publicidade

A deputada estadual Luciana Rafagnin (PT) encaminhou um ofício à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) solicitando a adoção de medidas fiscalizatórias diante de irregularidades nas cobranças de pedágio eletrônico no Lote 06 das rodovias concedidas no Paraná.

O pedido envolve as praças de pedágio localizadas nos municípios de Lindoeste, Ampére e Pato Branco, trechos administrados pela concessionária EPR Iguaçu S.A.. Desde 23 de fevereiro, esses pontos passaram a operar com o sistema eletrônico de livre passagem, conhecido como free flow, que realiza a cobrança automática sem a necessidade de parar o veículo.

Usuários têm relatado cobranças indevidas nas tarifas aplicadas nas praças de Lindoeste e Ampére, tanto em veículos que utilizam TAG quanto naqueles identificados pela leitura de placas. Entre os principais problemas estão o enquadramento incorreto da categoria dos veículos e a aplicação de valores acima da tarifa correta.

Um dos casos ocorreu no dia 2 de março, na praça de Ampére. Um caminhão com três eixos, que deveria pagar R$ 40,20, teve cobrança registrada de R$ 53,60, resultando em R$ 50,92 após o desconto da TAG, valor superior ao devido. No mesmo dia, ao passar pela praça de Lindoeste, o mesmo veículo deveria pagar R$ 54,30, mas foi tarifado em R$ 108,60, com valor final de R$ 103,20, praticamente o dobro da tarifa correta.

Em Lindoeste, um carro pagou R$ 17,20 em uma passagem e, no retorno pelo mesmo pórtico, foi cobrado R$ 103,20, como se fosse caminhão com reboque. Já em Ampére, um veículo de passeio sem TAG pagou R$ 13,40 na ida e R$ 26,80 no retorno, sendo enquadrado como caminhão leve.

Para a deputada, as falhas comprometem a transparência do sistema e prejudicam os usuários das rodovias da região Sudoeste.“Os relatos mostram que há inconsistências no enquadramento das categorias dos veículos. Isso gera cobranças indevidas e causa insegurança para quem utiliza as rodovias. É fundamental que o sistema funcione com transparência”, afirmou.

No ofício, Luciana pede que a ANTT apure as inconsistências registradas, determine a correção imediata do sistema de classificação tarifária e garanta a restituição dos valores cobrados indevidamente.

A parlamentar também ressaltou que, mesmo após acionarem os canais de atendimento da concessionária, muitos usuários relataram dificuldade para resolver os problemas. “Quando o cidadão paga pedágio, ele tem direito a um serviço correto e transparente. Por isso estamos pedindo fiscalização e providências para garantir que ninguém seja cobrado de forma indevida”, concluiu.

Compartilhe:

Leia também

Mabel Canto vai à ONU representar mulheres paranaenses na próxima semanaAlém da parlamentar, outras 24 representantes do estado irão à comissão que debate a igualdade de gênero e o empoderamento feminino
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
{ }
Rua Ricardo Lustosa Ribas, 154 Vila Estrela, Ponta Grossa - PR CEP: 84.040-140

Institucional

  • Notícias
  • Colunistas
  • Sobre
  • Contato
  • Anuncie no DP
  • Revista DP
  • Ponto de Vista
  • Manhã Total

Categorias

Redes Sociais

Hospedado por CloudFlash
Desenvolvido por Flize Tecnologia