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Ponta Grossa

Sanepar recebe prefeita Elizabeth Schmidt e reforça transparência sobre a qualidade da água

há 2 horas

assessoria

Sanepar recebe prefeita Elizabeth Schmidt e reforça transparência sobre a qualidade da água
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A Sanepar recebeu, nesta quinta-feira (12), a visita técnica da prefeita Elizabeth Schmidt e da secretária municipal de Meio Ambiente de Ponta Grossa, Carla Martins Kritski, na Estação de Tratamento de Água (ETA) da cidade. O encontro teve como objetivo apresentar as medidas operacionais adotadas pela empresa para manter a segurança do abastecimento diante da floração de algas na Represa de Alagados e alinhar novos canais de diálogo com o Município.

Para a prefeita Elizabeth Schmidt, "a água é um serviço essencial, e as condições do abastecimento novamente nos preocupam. Podemos ver que toda esta situação está sendo tratada com muita cautela e tecnologia, para prevenir o que pode vir para frente e solucionar o mais rápido possível. O dia certo não sabemos, mas estamos próximos. Verificamos que Ponta Grossa já possui um tratamento especializado com relação às algas, porque isso não acontece só agora", disse.

 

Durante a visita à Estação de Tratamento de Água, a comitiva acompanhou de perto os procedimentos utilizados para minimizar os efeitos da floração das algas, fenômeno natural comum em reservatórios artificiais durante períodos de calor e baixa pluviosidade. Representantes da Sanepar detalharam o funcionamento do sistema Actiflow, uma tecnologia de tratamento com microareia, que coloca Ponta Grossa em posição de destaque no setor de saneamento. "Esta foi a primeira estação de tratamento da América Latina instalada para abastecimento público, justamente para minimizar a questão das algas, que é uma característica da Represa de Alagados. A Sanepar sempre teve esse cuidado. O sistema, implantado em 2009, opera com alta eficiência para garantir a potabilidade da água em Ponta Grossa", explicou a Superintendente da Sanepar na Região Sudeste, Simone Alvarenga de Campos.

 

Além do processo físico avançado, a Companhia mantém um rigoroso protocolo de monitoramento que inclui análises laboratoriais e testes sensoriais. De acordo com a Companhia, estes testes utilizam uma escala de 0 a 12, prevista na Portaria 888/21 do Ministério da Saúde, para medir a percepção de gosto e odor, permitindo um ajuste preciso na aplicação de carvão ativado. O procedimento vem sendo executado ininterruptamente desde janeiro para mitigar as variações causadas pelo fenômeno natural das algas. "Temos percebido diariamente a redução desta percepção, desde que iniciamos o protocolo de aplicação de carvão ativado, e a partir do momento em que houver presença de chuvas consistentes na região da bacia de Alagados, essa percepção de gosto e odor quem vem sendo sentida por algumas pessoas tende a desaparecer", reforça a superintendente.


Câmara Técnica - A Sanepar também manifestou total apoio à iniciativa da Prefeitura em estruturar uma Câmara Técnica junto ao Conselho Municipal de Saneamento Básico. A Companhia vê a formação desse grupo como uma oportunidade estratégica para fortalecer o fluxo de informações entre a Companhia e a sociedade.

A secretária Municipal de Meio Ambiente, Carla Martins Kritski, destacou que a pasta oficiou a Sanepar em busca de laudos técnicos que atestem a inexistência de riscos, e que as respostas técnicas enviadas pela Sanepar confirmam a segurança do sistema. Segundo ela, os parâmetros químicos e físicos atestam que não há risco à saúde, e a nova Câmara Técnica servirá para reforçar esse diálogo. "Estamos formando uma Câmara Técnica junto ao Conselho Municipal do Saneamento Básico, que irá nos ajudar a reforçar esse diálogo com a Sanepar e a população, trazendo medidas fiscalizatórias e também informações mais técnicas e conclusivas com relação a problemas futuros e os presentes como o que estamos vivenciando hoje, que é um fenômeno natural, pois todos nós sabemos que essa floração de algas é normal em reservatórios artificiais, como é o caso do Alagados", enfatizou.

O gerente regional da Sanepar em Ponta Grossa, José Geraldo Machado Filho, ressaltou que as equipes da Companhia trabalham ininterruptamente para assegurar a potabilidade da água distribuída. "Podemos afirmar que a água da Sanepar é segura. A empresa jamais iria distribuir para a população uma água que causasse danos à saúde das pessoas, a população pode ficar tranquila", conclui.

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