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Saúde

Anvisa aprova Ozempic e Wegovy para risco cardiovascular e doença renal crônica

há 2 horas

Anvisa

Anvisa aprova Ozempic e Wegovy para risco cardiovascular e doença renal crônica
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou novas indicações para o uso da semaglutida. Os produtos, já usados no Brasil para controle de diabetes mellitus tipo 2, tiveram o uso ampliado.

No caso do Wegovy, o medicamento recebeu indicação para redução do risco de eventos cardiovasculares adversos mais graves, como infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC), em adultos com doença cardiovascular estabelecida e obesidade ou sobrepeso.

O estudo apresentado indicou que, quando acompanhada de dieta hipocalórica e aumento da atividade física, a semaglutida reduziu significativamente a ocorrência desses eventos. Estima-se que, a cada ano, 400 mil brasileiros morram em decorrência de infarto ou AVC.

Já o Ozempic, produzido pelo mesmo fabricante, também poderá ser usado no tratamento de pessoas com diabetes mellitus tipo 2 e doença renal crônica. No cenário brasileiro, dados da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) de 2024 apontam que 29% dos pacientes em diálise no país são diabéticos.

De acordo com estudo apresentado pelo fabricante, o uso do medicamento, em conjunto com a terapia padrão da doença, reduziu de maneira relevante a progressão da insuficiência renal e as mortes causadas por eventos cardiovasculares adversos graves.

Nova indicação tezepelumabe

Outro produto com nova indicação terapêutica aprovada nesta segunda-feira (2/2) é o Tezspire (tezepelumabe), usado originalmente para tratamento da asma grave em pacientes com 12 anos ou mais.

Agora, o produto teve sua atuação ampliada para o tratamento complementar de rinossinusite crônica grave com pólipo nasal, em adultos cujos tratamentos prévios não tenham sido eficazes, assim como os que sejam intolerantes ou tenham contraindicação a corticosteroides sistêmicos ou a cirurgias.

A doença é uma inflamação da mucosa e dos seios paranasais, além da formação de pólipos, que afeta até 4% da população, com impacto profundo na qualidade de vida causada pela obstrução nasal e pela perda do olfato.

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