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Saúde

Sinais leves, risco real: especialistas alertam para sintomas discretos de AVC que exigem atenção imediata

A condição ocorre quando o fluxo sanguíneo para uma região do cérebro é interrompido por entupimento de artéria ou sangramento

há 3 meses

Amanda Martins

Sinais leves, risco real: especialistas alertam para sintomas discretos de AVC que exigem atenção imediata
Foto: Reprodução
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O acidente vascular cerebral (AVC) continua sendo uma das principais causas de morte e incapacidade no Brasil e no mundo. Segundo o portal Metrópoles, a condição ocorre quando o fluxo sanguíneo para uma região do cérebro é interrompido por entupimento de artéria ou sangramento, deixando neurônios sem oxigênio e comprometendo funções como fala, visão e movimento. Embora muitos episódios se manifestem com sinais clássicos e evidentes, especialistas alertam que alguns quadros começam com sintomas leves, e, justamente por isso, passam despercebidos.

Entre os sinais que merecem atenção imediata estão dificuldade súbita para articular palavras, fala enrolada, incapacidade repentina de formular frases, perda parcial da visão, cegueira momentânea em um dos olhos, visão dupla, desequilíbrio e fraqueza ou formigamento em um lado do corpo. Por surgirem de forma abrupta e desaparecerem em minutos, esses sintomas podem ser erroneamente interpretados como algo passageiro e sem gravidade.

O neurologista Thiago Taya, do Hospital Brasília Águas Claras, explica que alterações neurológicas súbitas, mesmo que breves, devem ser tratadas como emergência. “Se o sintoma aparece e some rapidamente, existe a falsa sensação de que está tudo bem. Mas esse é exatamente o tipo de situação que pode anteceder um AVC nas semanas seguintes, especialmente quando há fatores cardiovasculares não controlados”, afirma. Muitos desses episódios correspondem a um ataque isquêmico transitório (AIT), caracterizado por uma interrupção temporária do fluxo sanguíneo cerebral. Embora os sintomas desapareçam, o risco de um AVC definitivo aumenta significativamente.

As áreas afetadas dependem do vaso comprometido, mas perda de força em um lado do corpo, dificuldade para falar, assimetria facial e boca torta estão entre os sinais mais frequentes, muitas vezes percebidos primeiro por familiares. Segundo o neurologista Alexandre Bossoni, do Hospital Santa Paula, os fatores de risco para quadros leves são os mesmos que elevam a chance de um AVC típico: idade avançada, sedentarismo, tabagismo, hipertensão, obesidade, colesterol alto e diabetes não tratada.

Em casos de suspeita, a orientação é buscar atendimento médico imediato. Avaliações rápidas ajudam a identificar obstruções e definir se há indicação de tratamentos como trombólise ou trombectomia. Para facilitar o reconhecimento dos sinais, especialistas recomendam o método BE FAST, que orienta observar equilíbrio, visão, simetria facial, força nos braços e fala. Quanto mais cedo a assistência médica é buscada, maiores as chances de preservar funções cerebrais e evitar sequelas.

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