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Jovem atingido por raio em ato de Nikolas relata medo de não sobreviver

Eduardo Linhares disse que, no momento do acidente, não sentia nada “do pescoço para baixo”

há 2 horas

Publicado por Lucas Ribeiro

Jovem atingido por raio em ato de Nikolas relata medo de não sobreviver
Créditos/Metrópoles.
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“Para mim, naquele momento, iria ficar vivo por mais uma hora.” Esse foi o sentimento do jovem Eduardo Linhares, de 17 anos. Ele foi uma das dezenas de pessoas que foram atingidas por um raio, na tarde de domingo (25/1), durante a manifestação do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), próximo ao Memorial JK.

Em entrevista ao Metrópoles, o adolescente relatou os momentos de tensão vividos por ele. “Estava chovendo muito e, de repente, no espaço de um segundo, olhei uma explosão em cima de mim e, depois, senti como se meu corpo tivesse sido jogado para trás. Parecia que a minha alma tinha se descolado. Depois, não me lembro de mais nada”, disse.

Segundo a mãe do adolescente, ele desmaiou e ficou com braços e pernas roxos, além do rosto completamente pálido. “Quando eu acordei, ainda no gramado, não estava nervoso, apenas fiquei tentando entender o que tinha acontecido. Ainda me sentia meio sonolento, como se fosse desmaiar novamente”, detalhou Eduardo.

O jovem afirmou que recobrou os sentidos quando viu a mãe tentando ajudar seu pai. “Ele estava com a mão no peito e achei que estava tendo um infarto. Nessa hora, eu me espantei e comecei a raciocinar o que tinha ocorrido”, comentou.

Temor

Naquele momento, Eduardo disse que tentou levantar. Foi quando percebeu que não conseguia mexer nada do pescoço para baixo. “Naquela hora, algumas pessoas vieram me socorrer e me levar a uma das ambulâncias. Fiquei com medo de ter atingido alguma coisa internamente”, observou.

“Até porque, como estava completamente dormente, não sabia dos ferimentos ainda. Para mim, naquele momento, iria ficar vivo por mais uma hora, no máximo.”

O adolescente, que está internado em uma unidade de saúde particular da Asa Sul, disse que começou a recuperar os movimentos somente quando chegou ao Hospital Regional da Asa Norte (Hran), onde recebeu os primeiros atendimentos.

“Foi graças aos dois médicos de lá que estou aqui contando essa história. Eles me atenderam muito bem. Fiquei traumatizado, com certeza. Foi um sentimento muito ruim”, desabafou Eduardo.

Ele realizou exames na manhã dessa segunda-feira (26/1) e, segundo o relato dos médicos à família, está evoluindo bem, com previsão de alta para esta terça-feira (27/1), caso continue se recuperando no mesmo ritmo.

Leia a matéria completa no Metrópoles.

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