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Regulamentação do trabalho por aplicativos avança, enquanto escala 6×1 segue sem aval de Motta

Reunião com ministros de Lula indica prioridade ao projeto dos aplicativos, enquanto redução da jornada ainda enfrenta resistência na Câmara

há um mês

Amanda Martins

Regulamentação do trabalho por aplicativos avança, enquanto escala 6×1 segue sem aval de Motta
Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles
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O debate sobre a regulamentação do trabalho por aplicativos avançou nos bastidores da Câmara dos Deputados, enquanto a proposta de revisão da escala 6×1 segue sem definição de data para votação. Os temas foram discutidos em reunião realizada na quarta-feira (14) entre o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos), o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, e o ministro do Trabalho, Luiz Marinho.

Segundo o Metrópoles, durante o encontro, as duas pautas foram tratadas, mas o foco principal esteve na regulamentação do trabalho por aplicativos. Segundo interlocutores, a conversa foi avaliada como positiva e terminou com a sinalização de Motta de que o projeto de lei sobre o tema deverá ser pautado ainda no primeiro semestre de 2026.

A movimentação ocorre após um período de tensão entre o Palácio do Planalto e o Congresso no fim de 2025, quando o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enfrentou desgastes na relação com o Legislativo. À época, Hugo Motta chegou a declarar rompimento com o líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias, que participa das articulações sobre a escala 6×1.

Agora, o presidente da Câmara tem buscado reaproximação com o Planalto. Aliados veem o gesto como estratégico para viabilizar sua permanência no comando da Casa em um eventual segundo mandato. Nesse contexto, a pauta do trabalho por aplicativos ganhou prioridade nas conversas.

Um relatório sobre o tema, elaborado pela Secretaria-Geral da Presidência da República, deve ser concluído até 27 de janeiro e, em seguida, encaminhado para análise dos deputados. Após isso, Hugo Motta deverá discutir o texto com líderes partidários para definir o formato e o cronograma de votação.

O Congresso Nacional está em recesso e retoma oficialmente os trabalhos em 2 de fevereiro. Antes disso, uma reunião de líderes está prevista para o dia 28 de janeiro, na Residência Oficial do presidente da Câmara, quando começará a ser organizada a pauta do primeiro semestre.

Já a revisão da escala 6×1 ficou em segundo plano na reunião. O tema foi mencionado apenas de forma lateral, sem compromisso de Motta com uma data para votação. Apesar de ser tratado como prioridade pelo governo Lula, a proposta ainda enfrenta resistência de parlamentares e do setor empresarial.

Atualmente, há diferentes propostas em tramitação sobre o tema, como a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) apresentada pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP). No entanto, o texto que tende a avançar é o projeto de lei relatado pelo deputado Léo Prates (PDT-BA), em análise na Comissão de Trabalho, que prevê a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, sem redução salarial, e garante ao menos dois dias de repouso remunerado por semana.

A expectativa do Planalto e da base governista é avançar com a discussão até julho. Após esse período, a aproximação do calendário eleitoral e um novo recesso parlamentar devem reduzir o ritmo das votações no Congresso.

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