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Brasil

Lula e União Europeia defendem acordo Mercosul-UE como motor de desenvolvimento e redução de desigualdades

O encontro ocorreu na sede do Ministério das Relações Exteriores e marcou mais um passo na consolidação do tratado

há 2 horas

Amanda Martins

Lula e União Europeia defendem acordo Mercosul-UE como motor de desenvolvimento e redução de desigualdades
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, defenderam nesta sexta-feira (16), no Rio de Janeiro, que a implementação do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia deve ter como foco a redução das desigualdades e a promoção da prosperidade compartilhada. O encontro ocorreu na sede do Ministério das Relações Exteriores e marcou mais um passo na consolidação do tratado.

Segundo a Agência Brasil, o acordo entre os blocos, cuja aprovação pela União Europeia foi anunciada na semana passada após mais de 25 anos de negociações, criará uma das maiores áreas de comércio do mundo, reunindo cerca de 720 milhões de pessoas. Para Lula, a liberalização comercial só faz sentido se estiver associada ao desenvolvimento sustentável e à geração de oportunidades.

Durante a reunião, o presidente brasileiro destacou que comércio e investimentos devem resultar em novos empregos, ao mesmo tempo em que garantam elevados padrões de respeito aos direitos trabalhistas e à proteção do meio ambiente. Lula também reafirmou compromissos com o enfrentamento das mudanças climáticas, a igualdade de gênero e os direitos dos povos indígenas e dos trabalhadores.

O chefe do Executivo brasileiro ressaltou ainda que o país pretende ir além do papel tradicional de exportador de commodities, especialmente produtos agropecuários. Segundo ele, o Brasil busca ampliar a produção e a venda de bens industriais de maior valor agregado, aproveitando os incentivos previstos no acordo para investimentos europeus em cadeias estratégicas, como transição energética e transmissão digital.

Já Ursula von der Leyen afirmou que o tratado deve gerar novos empregos e oportunidades empresariais em ambos os lados do Atlântico. Para ela, a prosperidade verdadeira é aquela compartilhada, e o comércio internacional não deve ser encarado como um jogo de soma zero. A dirigente europeia avaliou que a assinatura oficial do acordo, prevista para sábado (17), no Paraguai, representa apenas o primeiro passo de um processo positivo.

A presidente da Comissão Europeia também destacou que o acordo trará regras claras e previsíveis, além de cadeias de abastecimento que servirão como base para novos investimentos. Ao final, Ursula elogiou a atuação de Lula nas negociações, classificando o acordo como uma conquista de uma geração inteira e destacando a liderança política e o empenho pessoal do presidente brasileiro para a conclusão do tratado.

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