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Esporte

Ronda Rousey e Gina Carano terão que passar por bateria de exames antes de luta na Califórnia

Comissão Atlética exige avaliações neurológicas e cardíacas rigorosas para liberar combate marcado para maio em Los Angeles

há 6 horas

Amanda Martins

Ronda Rousey e Gina Carano terão que passar por bateria de exames antes de luta na Califórnia
Foto: Buda Mendes/Zuffa LLC/Zuffa LLC via Getty Images
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Programadas para se enfrentarem em 16 de maio, em Los Angeles, Ronda Rousey e Gina Carano terão que passar por uma bateria de exames médicos e neurológicos antes de subirem ao cage. Segundo o Combate, a informação foi confirmada por Andy Foster, diretor executivo da Comissão Atlética do Estado da Califórnia, órgão responsável por regulamentar eventos de luta no estado.

Os exames exigidos serão mais completos do que o habitual para retornos ao MMA. Ronda, ex-campeã peso-galo do Ultimate Fighting Championship (UFC), hoje com 39 anos, não luta desde 2016. Gina Carano, que terá 44 anos na data do combate, está afastada das competições desde 2009.

“Vamos submetê-la a testes neurológicos e de concussão para garantir que ela esteja bem. Nossos médicos vão examiná-la. As lutadoras terão que passar por muitos exames médicos, ambas”, afirmou Foster. Ele ressaltou que a liberação dependerá do cumprimento de todos os protocolos estabelecidos.

O tema das concussões ganhou relevância após a própria Ronda mencionar, durante a divulgação de sua biografia, que possui histórico de traumas ainda da época do judô, modalidade na qual conquistou bronze nos Jogos Olímpicos de Pequim 2008. Ela declarou ter omitido essas informações ao UFC e a órgãos reguladores por receio de ser impedida de competir novamente.

No caso de Gina Carano, a comissão seguirá recomendações da Associação de Médicos de Ringue para atletas com mais de 40 anos. Entre os exames exigidos estão angiorressonância magnética e ressonância do cérebro, eletrocardiograma, testes cardíacos, ecocardiograma de estresse, avaliações neurocognitivas, exames de sangue, painel metabólico e exame oftalmológico. “Desde que essas mulheres passem nos exames médicos e neurológicos, não há nada de errado com essa luta”, concluiu Foster.

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