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Bispo aguarda decisão de Moraes para prestar assistência religiosa a Bolsonaro preso

Defesa pede autorização do STF para atendimento espiritual individual ao ex-presidente, que cumpre pena na PF, em Brasília

há 14 horas

Amanda Martins

Bispo aguarda decisão de Moraes para prestar assistência religiosa a Bolsonaro preso
Foto: Reprodução

O bispo Robson Rodovalho, indicado pela defesa de Jair Bolsonaro (PL) para prestar assistência religiosa ao ex-presidente, afirmou que aguarda uma “decisão humanitária” do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para poder visitá-lo. Bolsonaro está preso na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, onde cumpre pena de 27 anos e 3 meses, após condenação por tentativa de golpe de Estado.

Segundo o Metrópoles, Rodovalho disse que o ex-presidente está emocionalmente abalado e que a situação exige apoio espiritual. Segundo o bispo, momentos como esse podem levar uma pessoa a um “abismo”, sendo necessário ajudá-la a compreender que a fase é passageira. Para ele, esse fortalecimento passa por processos ligados à fé, como a “palavra de Deus”.

O religioso relatou ainda que mantém amizade com Bolsonaro há mais de 20 anos e destacou que a decisão sobre a autorização da visita deve estar acima de divergências políticas. Caso o acesso seja liberado, Rodovalho afirmou que pretende levar músicas de louvor ao local onde o ex-presidente está detido.

O pedido de assistência religiosa foi protocolado no STF pela defesa de Bolsonaro, por meio da senadora Damares Alves (Republicanos-DF). No requerimento, a defesa sustenta que a liberdade religiosa é um direito fundamental garantido a todos os cidadãos, inclusive aqueles sob custódia do Estado, e que esse direito inclui o acompanhamento espiritual por ministros religiosos de confiança.

Além de Rodovalho, o pastor Thiago de Araújo Macieira Manzoni (PL) também foi indicado para prestar apoio religioso ao ex-presidente. A solicitação prevê que o atendimento seja realizado de forma individual, com supervisão institucional e sem interferir na rotina da unidade prisional.

O ministro Alexandre de Moraes encaminhou o pedido à Procuradoria-Geral da República (PGR), que terá o prazo de cinco dias para se manifestar sobre a autorização ou não da assistência religiosa.

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