há 11 horas
Amanda Martins

O presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), José Hiran da Silva, comunicou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que a entidade cumpriu a decisão que determinou a suspensão da sindicância relacionada à atuação médica envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Em ofício encaminhado ao STF, José Hiran informou que o conselho adotou de forma imediata as providências estabelecidas pelo magistrado, interrompendo os procedimentos administrativos que estavam em andamento e ajustando a atuação institucional às determinações da Corte.
De acordo com o Metrópoles, até o momento em que a suspensão foi determinada, mais de 40 denúncias formais já haviam sido protocoladas. Parte delas, no entanto, não chegou a ser encaminhada ao Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal (CRM-DF) justamente em razão da decisão do Supremo.
A sindicância havia sido instaurada para apurar condutas médicas relacionadas ao ex-presidente, mas permanece suspensa até nova deliberação judicial.