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Ponto de Vista: Murilo Hidalgo analisa cenário eleitoral do Paraná e do Brasil

há 2 dias

Giovanni Cardoso

Ponto de Vista: Murilo Hidalgo analisa cenário eleitoral do Paraná e do Brasil
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Em entrevista exibida neste sábado (14) no Programa Ponto de Vista, apresentado por João Barbiero na Rede T de rádios, o diretor da Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, comentou o cenário eleitoral no Paraná e projetou tendências para a disputa presidencial, com base em informações de bastidores e resultados de levantamentos recentes.

Indefinição no Paraná

Segundo Hidalgo, o quadro para a eleição ao governo do Paraná permanece aberto, marcado por indefinições partidárias e movimentações em andamento. Ele destacou que ainda não há uma definição clara sobre o apoio do governador Ratinho Junior, o que mantém em aberto os caminhos de nomes como Guto Silva, Alexandre Curi, Rafael Greca e Requião Filho.

O diretor da Paraná Pesquisas afirmou que, caso Sergio Moro consiga viabilizar sua candidatura, ele largaria como favorito, com índices estáveis entre 40% e 44% nas pesquisas, segundo seus dados. No entanto, ponderou que a campanha tende a aprofundar o debate sobre temas estaduais, o que pode alterar o cenário atual.

Hidalgo também avaliou que todos os possíveis concorrentes ao governo estadual seriam estreantes em disputas desse nível, o que adiciona imprevisibilidade ao processo. Para ele, a eleição nacional deve ter peso significativo sobre o voto no estado, influenciando diretamente o desempenho dos candidatos locais.

"Quem vai ser beneficiário com essa história? O Requião Filho? Porque o Lula vai fazer de 30 a 35 no Paraná. O Requião Filho conseguirá absorver esses votos do do Lula, do PT? Sim ou não? Quem vai ficar com os votos do, por exemplo, do Flávio ou do Ratinho se ele for candidato a presidente? Quem vai ficar com esse voto do campo da Direita? Então tem um peso muito grande a eleição nacional e e preste muita atenção também no nome do Requião Filho. Acho que se ele 'casar' com o PT, os índices que ele já tem, fora o Moro, é o candidato que mais me surpreende até o momento", aponta ao falar sobre a influência do cenário nacional dentro do Paraná.

Hidalgo detalhou ainda a possibilidade de Alexandre Curi e Rafael Greca formarem uma chapa: "Qual vai ser a posição do Alexandre Curi? Como o próprio Greca já falou: 'do Alexandre eu aceito [ser vice]'. Agora, o Alexandre tem o Republicanos na mão. No começo de março, onde abre a janela, daqui 19 dias, o Curi vai fazer o movimento com o Republicanos? Ou ele vai ficar no PSD acreditando ou sonhando que o Ratinho lá na frente vai apoiá-lo? Tudo isso tem uma diferença muito grande. Eu acho que em 20 dias aí a gente começa a clarear. Agora com certeza uma chapa Alexandre Curi e Rafael Greca pode criar corpo e um problema enorme pro governador Ratinho".

Senado com disputa aberta

Ao comentar a corrida pelo Senado no Paraná, Hidalgo afirmou que o cenário ainda está indefinido, com exceção de Gleisi Hoffmann, apontada por ele como a única candidatura consolidada até o momento. Segundo o diretor, uma eventual fragmentação do campo da direita pode favorecer a candidata, que tenderia a concentrar os votos da esquerda, alcançando patamares entre 25% e 28%.

Ele ressaltou que outros nomes cogitados ainda não confirmaram oficialmente suas candidaturas, o que mantém a disputa aberta e sujeita a mudanças até os prazos legais.

Disputa presidencial equilibrada

No plano nacional, Hidalgo descreveu um cenário de forte equilíbrio para a eleição presidencial. De acordo com ele, as pesquisas indicam uma disputa apertada em eventual segundo turno entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro, com leve vantagem para o atual presidente.

O diretor atribuiu essa vantagem à experiência eleitoral de Lula e ao fato de ocupar o cargo, mas ressaltou que fatores imponderáveis podem alterar o rumo da disputa, como já ocorreu em eleições anteriores. Ele também mencionou que outros nomes, como Romeu Zema, podem entrar no jogo, enquanto o papel do PSD permanece como uma incógnita diante de alianças regionais divergentes.

Murilo também aponta possíveis riscos para uma eventual troca de vice-presidente para Lula. "Você trocar o Geraldo Alckmin, que pacificou o governo, para colocar o [Eduardo] Leite, que vai entrar numa briga partidária num partido dividido. Não vejo muita lógica, né? Eu vejo muito mais se for indicar um vice ali e entrar o [Gilberto] Kassab, né? Eu acho que ele uniria mais do que o Leite".

Expectativa até os prazos eleitorais

Ao longo da entrevista, Murilo Hidalgo enfatizou que tanto no Paraná quanto no cenário nacional há muitas variáveis em aberto e que decisões importantes devem ocorrer nos próximos meses, especialmente até os prazos de desincompatibilização. Para ele, o momento ainda é de observação, com pesquisas indicando tendências, mas sem definições consolidadas.

A avaliação final do diretor é de que o ambiente político segue marcado por incertezas e que as campanhas, quando iniciadas oficialmente, terão papel decisivo na consolidação ou mudança dos cenários atualmente apontados pelas pesquisas.

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