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Revista D'Ponta

ENTREVISTA: “Me preparei para disputar o Governo do Estado”, diz Alexandre Curi

Deputado estadual pelo sexto mandato consecutivo e atual presidente da Assembleia Legislativa, Alexandre Curi coloca-se à disposição para concorrer ao cargo de governador do Paraná. Conhecido pelo perfil municipalista e resolutivo, o parlamentar percorre o estado de ponta a ponta e acredita que pode usar essa experiência para promover o bem comum de todos os paranaenses

há 5 horas

Michelle de Geus

ENTREVISTA: “Me preparei para disputar o Governo do Estado”, diz Alexandre Curi
FOTO: DIVULGAÇÃO

Atualmente em seu sexto mandato consecutivo, o deputado Alexandre Curi (PSD) se tornou reconhecido, entre outras coisas, pelo compromisso com as cidades paranaenses de menor porte, fazendo do municipalismo uma das suas marcas como parlamentar e presidente da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep).

Natural de Curitiba e formado em Gestão Pública, desde jovem Curi se envolveu com o debate político, uma vez que vem de uma tradicional família paranaense com grande história na política do estado. Seu avô, Aníbal Khury, também foi deputado estadual e também presidiu a Alep.

Aos 20 anos, em 2000, Curi foi eleito vereador em Curitiba, o mais jovem entre todas as capitais do Brasil à época. Apenas dois anos mais tarde, conquistou o primeiro mandato como deputado estadual, e desde então vem acumulando votações expressivas. Como deputado, teve 256 Projetos de Lei aprovados e foi eleito por unanimidade para presidir a Alep no biênio 2025-2027.

Agora, Curi dá um novo passo em sua trajetória e coloca o seu nome à disposição para concorrer ao cargo de governador do Paraná, cujas eleições vão ocorrer no próximo ano. Nesta entrevista exclusiva para a revista D’Ponta, o parlamentar fala da sua trajetória política, de suas propostas e de seus sonhos para o futuro do estado.

O senhor já está há muitos anos na política, mas disputar o governo do Paraná é outro patamar. Em que momento o senhor percebeu que era hora de dar esse passo?

Estou no sexto mandato de deputado estadual. Em quatro eleições, tive o privilégio de ser o mais votado do Paraná. Sou municipalista e resolutivo, conheço as 399 cidades paranaenses e sei das vocações de cada região do nosso estado. Na minha trajetória, acompanhei diversos governadores e sei como funciona a máquina pública. Me preparei para disputar o Governo do Estado e, junto com o nosso grupo político, avaliei que é o momento de me apresentar como pré-candidato. Esse não é um projeto individual, nem uma vaidade pessoal. É um projeto coletivo, porque na política ninguém faz nada sozinho.

“Conheço as 399 cidades paranaenses e sei das vocações de cada região do nosso estado” (FOTO: DIVULGAÇÃO)
Legenda: “Conheço as 399 cidades paranaenses e sei das vocações de cada região do nosso estado” (FOTO: DIVULGAÇÃO)

Quando o senhor olha para o jovem de 20 e poucos anos que começou na vida pública, o que ele diria ao Alexandre Curi de hoje, prestes a disputar o Palácio Iguaçu?

Diria a mesma frase que ouvi lá atrás e que me conduz até hoje: a política só tem razão de ser se for para levar dignidade, respeito e qualidade de vida para as pessoas.

Se o senhor tivesse de descrever a sua trajetória política em três palavras que traduzem a sua essência, quais seriam?

A primeira é resolutivo. Quando pego uma coisa para fazer, eu entrego, porque sou determinado. A segunda é a palavra, porque cumpro o que digo e não faço promessas vazias. A terceira é compromisso. Compromisso com a lealdade, com o diálogo franco, com o trabalho em grupo, com o bem comum, com a boa política e com o respeito à família.

“Na minha trajetória, acompanhei diversos governadores e sei como funciona a máquina pública” (FOTO: DIVULGAÇÃO)
Legenda: “Na minha trajetória, acompanhei diversos governadores e sei como funciona a máquina pública” (FOTO: DIVULGAÇÃO)

O Paraná tem uma tradição política forte, com nomes históricos. Que tipo de líder o senhor gostaria de ser nessa linha do tempo?

O líder tem que ter sensibilidade para olhar e entender o que é prioridade, principalmente na área social. Tem que saber ouvir e delegar. Tem que trabalhar em equipe, para que planejamento e execução caminhem juntos. Tem que saber orientar as soluções e cobrar resultados.

Todo político tem uma causa que o move além da política. Qual é a sua?

Não tenho vaidade e sou estimulado por iniciativas que levem bem-estar às pessoas. Neste contexto, talvez o esporte se destaque, porque sempre fez parte da minha vida. Sou corredor de rua e me preparo quase todos os dias, percorrendo cinco ou dez quilômetros. Quando posso, jogo futebol com os amigos. O esporte é bom para o corpo e a mente.

“Sempre acreditei que a boa política se faz ouvindo, construindo pontes e unindo forças. Não perco tempo com picuinhas políticas, nem com essa pauta ideológica que não coloca comida na mesa de ninguém” (FOTO: DIVULGAÇÃO)
Legenda: “Sempre acreditei que a boa política se faz ouvindo, construindo pontes e unindo forças. Não perco tempo com picuinhas políticas, nem com essa pauta ideológica que não coloca comida na mesa de ninguém” (FOTO: DIVULGAÇÃO)

O senhor ficou conhecido por atuar como articulador nos bastidores da Assembleia. Como pretende transformar essa habilidade de bastidor em liderança de palco, agora diante de todo o estado?

Sempre acreditei que a boa política se faz ouvindo, construindo pontes e unindo forças. Não perco tempo com picuinhas políticas, nem com essa pauta ideológica que não coloca comida na mesa de ninguém. A experiência na Assembleia me permitiu um diálogo muito produtivo com a sociedade, com prefeitos, deputados e governo, além do Judiciário, Ministério Público e Tribunal de Contas. O que eu defendo é que essa harmonia entre poderes, essa paz política, precisa ter continuidade, e estou preparado para assumir essa missão.

O senhor é considerado um político do diálogo. Mas, se tivesse que apontar um tema em que não está disposto a ceder, qual seria o seu “ponto inegociável”?

Não negocio as minhas convicções. Sou um político conservador, um homem de família, que tem fé, que acredita na inocência das crianças, que respeita o direito à propriedade. Dialogar não significa abrir mão de princípios como transparência, ética e responsabilidade, que são pontos inegociáveis. A política é feita de escolhas, e as minhas sempre serão pelo interesse público.

“Não negocio as minhas convicções. Sou um político conservador, um homem de família, que tem fé, que acredita na inocência das crianças, que respeita o direito à propriedade” (FOTO: DIVULGAÇÃO)
Legenda: “Não negocio as minhas convicções. Sou um político conservador, um homem de família, que tem fé, que acredita na inocência das crianças, que respeita o direito à propriedade” (FOTO: DIVULGAÇÃO)

A pré-campanha é um momento de escuta. O que o senhor tem ouvido das ruas que mais o surpreendeu positiva ou negativamente?

A Assembleia Legislativa promoveu 33 edições da Assembleia Itinerante e também a Assembleia nos Bairros, em Curitiba, em áreas com 200 mil ou 300 mil moradores. Conversamos com mais de 1,5 milhão de paranaenses. Pessoalmente, percorro o estado semanalmente e me surpreende o quanto as pessoas estão mais informadas e exigentes. Elas não querem promessas, querem soluções reais, continuidade do que dá certo e coragem para corrigir o que precisa mudar. Uma coisa que me marcou positivamente é ver como o paranaense tem orgulho do estado e demonstra vontade em participar, opinar, ajudar a construir o futuro. Isso mostra maturidade política, apesar de alguns setores estimularem a radicalização e extremismos.

Em uma eventual vitória, qual seria a primeira medida simbólica que o senhor gostaria de tomar nos primeiros 100 dias de governo?

Com os pés no chão, pretendo construir um projeto de governo coletivo. Hoje, estamos falando em uma pré-candidatura para a continuidade dessa gestão transformadora do governador Ratinho Junior, sem rupturas. Me preparei para isso. Mas a eleição de 2026 será resolvida em 2026.

“Hoje estamos falando em uma pré-candidatura para a continuidade dessa gestão transformadora do governador Ratinho Junior, sem rupturas. Me preparei para isso” (FOTO: REPRODUÇÃO)
Legenda: “Hoje estamos falando em uma pré-candidatura para a continuidade dessa gestão transformadora do governador Ratinho Junior, sem rupturas. Me preparei para isso” (FOTO: REPRODUÇÃO)

Em política, alianças definem rumos. Que tipo de parceria o senhor considera indispensável para um projeto de governo dar certo?

Reafirmo o que já disse: na política – e na vida, de forma geral – ninguém faz nada sozinho. Um projeto de governo tem que ser, necessariamente, uma construção coletiva, e a base das alianças está no interesse público, sem vaidades pessoais. Eu trabalho nessa linha e procuro estar ao lado de pessoas com o mesmo pensamento. Felizmente, faço parte de um grupo político homogêneo, baseado em propósitos e a favor das pessoas. São prefeitas e prefeitos, vereadores, lideranças políticas e comunitárias, deputados, empresários e amigos que a vida pública me deu que acreditam verdadeiramente que a política pode mudar a realidade das pessoas para melhor.

O agronegócio é um dos motores da economia do estado, mas o mundo caminha para a transição verde. O senhor acredita que o Paraná está preparado para ser um protagonista da economia sustentável?

O agronegócio é a locomotiva que puxa o trem do crescimento do estado, e o Paraná dá exemplo de sustentabilidade no campo ou nas cidades. Estamos entre os estados mais sustentáveis do Brasil, e a agricultura paranaense é um modelo de produtividade. Com inovação, tecnologia e trabalho pesado, o campo é referência em produção sustentável. Somos o 15º estado em extensão territorial e estamos entre os líderes na produção agropecuária brasileira. Claro que é necessário avançar na agenda verde, em razão das mudanças climáticas. Mas acredito que sim, estamos preparados para ser protagonistas nesse novo ambiente.

“Quando o Governo do Estado investe nas cidades, atrai negócios e gera oportunidades. Esse é um caminho para reduzir as desigualdades regionais” (FOTO: DIVULGAÇÃO)
Legenda: “Quando o Governo do Estado investe nas cidades, atrai negócios e gera oportunidades. Esse é um caminho para reduzir as desigualdades regionais” (FOTO: DIVULGAÇÃO)

Curitiba é vista como modelo de gestão urbana, mas o interior vive outras realidades. Que política pública o senhor considera mais urgente fora da capital?

Curitiba é uma referência em planejamento urbano e fortaleceu essa imagem com a conquista recente de Cidade Mais Inteligente do Mundo, na gestão do ex-prefeito Rafael Greca. Mas o Paraná é diverso e o que funciona na capital nem sempre serve a um município de 10 mil, 20 mil habitantes. Nenhuma cidade tem o orçamento de Curitiba. Para mim, as políticas públicas devem fortalecer o desenvolvimento local e passam por melhor infraestrutura, saúde de qualidade, boa educação, acesso à moradia e qualificação profissional. Devemos expandir o saneamento, garantir energia firme e ampliar sistemas de conectividade, além de apoiar diretamente quem produz. Tudo isso, perto de onde as pessoas vivem. Quando o Governo do Estado investe nas cidades, atrai negócios e gera oportunidades. Esse é um caminho para reduzir as desigualdades regionais.

O Paraná tem se destacado em inovação e startups, especialmente em cidades como Londrina e Maringá. Como o senhor pretende transformar inovação em política pública?

O Paraná avançou no apoio à ciência, tecnologia e inovação. Hoje, temos um ecossistema forte e bem estruturado com as nossas sete universidades estaduais, instituições federais, universidades privadas e parques tecnológicos. É uma rede com mais de 500 ambientes de inovação. O estado destinou quase R$ 600 milhões em editais para programas de pesquisa e startups. O fundamental é consolidar essa política para transformar todo potencial em desenvolvimento, descentralizando espaços de inovação, aproximando universidades, empresas e prefeituras, e criando programas permanentes de aceleração e transferência de tecnologia para cadeias produtivas como agro, saúde, biotecnologia e indústria. Assim, a inovação deixa de ser um nicho e passa a ser um combustível do emprego e renda em todos os lugares.

“As políticas públicas devem fortalecer o desenvolvimento local e passam por melhor infraestrutura, saúde de qualidade, boa educação, acesso à moradia e qualificação profissional” (FOTO: DIVULGAÇÃO)
Legenda: “As políticas públicas devem fortalecer o desenvolvimento local e passam por melhor infraestrutura, saúde de qualidade, boa educação, acesso à moradia e qualificação profissional” (FOTO: DIVULGAÇÃO)

A Inteligência Artificial e a automação vão mudar radicalmente o mercado de trabalho. Que tipo de política o senhor imagina para proteger e preparar os paranaenses para essa transição?

É inegável que a Inteligência Artificial e a automação estão transformando o mundo do trabalho. Por isso, uma política pública urgente é preparar os nossos jovens para as profissões do futuro. Significa fortalecer a educação básica com programação, pensamento crítico, inovação e domínio do inglês, que é a língua da tecnologia. A Assembleia do Paraná é pioneira ao apoiar a inclusão de aulas de inglês nas escolas municipais, a partir de 2026, e destinar recursos para a compra de equipamentos de informática e soluções tecnológicas nas escolas da rede estadual. Defendo que o aluno da escola pública tenha acesso às mesmas ferramentas do aluno dos colégios privados, em qualquer região do estado. É preciso capacitar para proteger, antes que a mudança chegue.

Infraestrutura e conectividade ainda são desafios. O senhor acredita que o Paraná precisa de um novo ciclo de grandes obras? Quais seriam as prioridades?

Nos próximos anos, devemos ter uma malha rodoviária moderna, com grandes trechos duplicados nas principais rodovias. Em paralelo, temos investimentos do Governo do Estado em artérias regionais, com pavimentação em concreto. Um exemplo é a PR-151, de Ponta Grossa a Palmeira, ou a PR-466, de Guarapuava a Pitanga. Esse ciclo de integração não pode parar. É prioridade ligar o campo à cidade, o pequeno município aos seus polos econômicos, fortalecer a logística do agronegócio e garantir melhor infraestrutura urbana. Sobre conectividade, ela precisa ser homogênea, para gerar igualdade. A internet de qualidade tem que estar nas escolas, áreas rurais e distritos industriais. O novo ciclo não é apenas de obras grandes, mas de obras que cheguem onde a população vive, que criem empregos e aumentem competitividade do estado.

“É prioridade ligar o campo à cidade, o pequeno município aos seus polos econômicos, fortalecer a logística do agronegócio e garantir melhor infraestrutura urbana” (FOTO: DIVULGAÇÃO)
Legenda: “É prioridade ligar o campo à cidade, o pequeno município aos seus polos econômicos, fortalecer a logística do agronegócio e garantir melhor infraestrutura urbana” (FOTO: DIVULGAÇÃO)

Por fim, que conselho o senhor daria para jovens que olham para a política com desconfiança, mas ainda têm vontade de transformar o Paraná?

Eu entendo a desconfiança. Ela nasce quando a política se distancia das pessoas. Mas o conselho que dou é: não fiquem de fora. A política só muda quando é ocupada por quem quer servir. Começa no bairro, na escola, nas pequenas ações. Se vocês acreditam que é possível fazer diferente, entrem para puxar a mudança.

ALEXANDRE CURI NA VISÃO DE LIDERANÇAS DO ESTADO

TRABALHADOR DE VERDADE

“Faz mais de 20 anos que Alexandre Curi olha para Telêmaco Borba com extremo compromisso, seriedade e carinho. É uma pessoa que eu posso dizer que é municipalista raiz, um trabalhador de verdade pelo Paraná e que entrega resultados. Ninguém conhece o estado da mesma forma que o Alexandre conhece. Ele conhece as cidades, sabe onde estão os distritos e tem um olhar extremamente acolhedor para a nossa população. Você vê o Alexandre sempre à frente de causas importantes. Ele abraçou a questão do setor madeireiro, tão penalizado pelo tarifaço americano; agilizou as questões legais para a reconstrução de Rio Bonito do Iguaçu; e liderou o movimento para proteger o ensino especial nas APAEs. Curi tem imensa capacidade de articulação e não vejo ninguém tão preparado quanto ele para assumir o Governo do Estado”

Rita Araújo (PSD), prefeita de Telêmaco Borba

VALORIZA TODOS OS PARANAENSES

“Alexandre Curi deve ser o próximo governador do Paraná, porque tem uma trajetória marcada por trabalho, dedicação e amor pelo estado. Para ele, todos os paranaenses têm o mesmo valor. Por isso ele mantém um olhar atento aos pequenos municípios, sempre presente para ouvir, compreender e atender suas necessidades, ao mesmo tempo que promove ações e projetos que impulsionam o desenvolvimento de cidades grandes e pequenas. É um cidadão de bem, que respeita as pessoas, valoriza as famílias e sabe construir diálogo. Há mais de 30 anos estamos juntos em campanhas e programas que beneficiam o maior número de cidadãos. Pelo merecimento, pela justiça ao trabalho que realiza e por sua comprovada competência, temos absoluta convicção de que Alexandre Curi é o melhor nome para administrar o Paraná neste momento. Rumo à continuidade do desenvolvimento, com responsabilidade e determinação”

Cleonice Schuck, sócia-proprietária da empresa Anila, diretora do Consórcio de Saúde CIS AMCESPAR, presidente do Sindicato Rural Patronal de Fernandes Pinheiro e ex-prefeita de Fernandes Pinheiro

Conteúdo publicado originalmente na edição 310 (nov) da revista D'Ponta

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